Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, São Paulo, Morumbi, Homem, de 56 a 65 anos



Histórico


    Votação
     Dê uma nota para meu blog


    Outros sites
     Agência Brasil
     BBC Brasil
     Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira-MPB
     Consulta remédios
     Gravações Raras
     INSTITUTO MOREIRA SALLES (RÁDIO BATUTA)
     Rádio Clássica - Da Renascença ao Século XXI
     Letras e vídeo de músicas
     Rádio Collector's MPB
     Redescobrindo, blog do Eduardo Matosinho
     Vivendocidade
     ORIGEM DA PALAVRA : SITE DE ETIMOLOGIA
     UM POVO À RASCA
     Site - Flight radar
     Blog do Claudio Castoriadis
     KDFRASES
     Eternas Músicas
     REVISTA "RETRATO DO BRASIL"
     Posfácio
     Calmante com champagne 2.0
     Scream & Yell - Cultura Pop
     Senhores passageiros
     Saber - Literário
     DP
     Estrela Binária
     Projeto Releituras
     Informativo Wildes Brito
     Arte Sem Lei
     Análise de letras de música
     Contato Radar
     AO CHIADO BRASILEIRO
     Sopa Cultural
     O Essencial da MPB
     AGENDA DO SAMBA E DO CHORO
     SUA PESQUISA.COM
     Site Oficial de Vinícius de Moraes
     Caricaturas
     DICIONARIO DOS INCULTOS
     Kibe Loco
     Jacaré Banguela
     Sou sentimentos...
     Perca Tempo - O Blog do Murilo
     Pragmatismo Político
     Revista Bula
     Livros e Afins
     PEÇAS RARAS
     Pessoas Estupidamente Inteligentes Dentro (do) Óbvio
     PORTAL i9
     PORTAL DOS JORNALISTAS
     METAMORFOSE DIGITAL
     MPB DE TODOS OS TEMPOS
     REDE BRASIL DE NOTÍCIAS
     IMPLICANTE
     PORTAL A TARDE
     Letácio Jansen
     Literatura
     Academia Brasileira de Letras : Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa
     Blog do Camarotti
     Sulinha cidad3
     Tribuna da Internet
     Radio Forma & Elenco do Martoni
     Rolha suave
     Aviões e músicas
     NORTE VERDADEIRO
     Revista Fórum
     CONTEÚDO LIVRE
     PALAVRAS, TODAS PALAVRS
     Anos dourados: Imagens & fatos
     Blog Pimenta
     MÍDIA NEWS
     Blog O Sarafo
     A MAGIA DA POESIA
     DIÁRIO DO NORDESTE
     SAUDADE FM (OUÇA ESTA EMISSORA AO VIVO)
     NÃO ABANDONE SEU MELHOR AMIGO
     A HISTÓRIA DA MPB: LUIZ AMÉRICO
     BLOG DO GASTON
     BLOG DO LUIS FAUSTO
     JANELA DO ABELHA
     ESPAÇO ABERTO
     RIBEIRÃO MERECE COISA MELHOR
     MUSEU DA CANÇÃO
     Facelooko


     
    Blog Canhenho (caderneta de notas ou para registro de memorias) http://blogdomatosinho.zip.net/


    Canhenho: Blog do Matosinho

     

    Foto de Janira Rocha.

    Canhenho: Blog do Matosinho (http://blogdomatosinho.zip.net/)

    Levando até você, entretenimento, opiniões consistentes e  informações com credibilidade

    Seja bem vindo!!!

     

    VOLTE SEMPRE!!!

    EDSON ANTONIO FERREIRA MATOSINHO
    email: eafmatosinho@uol.com.br

    Edson Antonio Ferreira Matosinho

    Edifício Séde Vasp - setembro de 1973

    [PP-SMA+original+schemme.jpg]

     

    "A gente não faz amigos, reconhece-os.” 
    Vinícius de Moraes
     

    Em casa, com a nossa amiguinha Juju, 16 anos, que partiu para a Eternidade, em 21 de junho de 2014, entre Shirley com Melissa e Eu com Sofia

    Foto de Edson Antonio Ferreira Matosinho.

     Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue 

     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h50
    [] [envie esta mensagem] []



    Uma lembrança aos amigos da VASP em Congonhas

    VASP - HOMENAGEM AOS FUNCIONÁRIOS DE CONGONHAS. Uma lembrança aos amigos !

     Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue 
    Fotos de funcionários, guerreiros que estiveram unidos pelo mesmo ideal. 
    Alguns já se foram deixando saudades. Muitos ficaram até o apagar das luzes sem perder as esperanças.
    A VASP infelizmente virou sucata mas continua viva em nossas memórias.


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h48
    [] [envie esta mensagem] []



    Frota Vasp e Nomes de Guerra dos Pilotos

     

    Tirando do Fundo do Bau- Frota Vasp e Nomes de Guerra dos Pilotos

    36222212

     Quando os aviões começarem a ser desmontados nos cemiterios espalhados pelo pais,começando por Congonhas que era anteriormente chamado Campo da Vasp, junto com a demolição  dos hangares e predios,so vão   sobrar algumas fotos das pinturas dos jatos, logotipos e a Cristaleira,como era chamada o predio da administração .fotoslideq13614389

    Os Hangares vão ser demolidos depois da área ser descontaminada,o Ensino e o Predio do Santos Dumont.

    vaspdois6201377431_586295931432358_473345525_n1382025_586292121432739_619185184_n1962675_590581851025612_87857290_nvarig_VASP

    Ficara uma foto das ultimas decolagens  e a Chama que não  se Apaga com o encontro anual dos Aeronautas da Vasp.

    viscountvasp545110_653997267975357_2029915649_n1548186_727970263893304_885132130_o994435_653996557975428_214975049_n

    Os aviões da Vasp dos anos 70 pra cá
    por Mairus Webber

    vasp1.jpg

    Boeing 737-200 com a pintura antiga / Boeing 727 “Super” 200

    vasp3.jpgvasp4

    Boeing 737-200 com a pintura intermediária /O Airbus A-300

    vasp5.jpg82

    Boeing 737-200 com a primeira versão da última pintura da empresa /dc-8 cargueiro,que tinha um apelido impublicavel..

    lab.jpgequatoriana

    Um Airbus A-310 da Lab, com pintura “irmã” /Um McDonnell Douglas DC-10 da Equatoriana

    vasp6.jpg

    Boeing 737-200 com última versão “abrasileirada” dos aviões da companhia.



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 12h53
    [] [envie esta mensagem] []



    Frota Vasp e Nomes de Guerra

    Apesar de ser bem simples e básica, eu sempre gostei da pintura antiga dos aviões da Vasp, com duas faixas horizontais, uma azul e outra preta ao longo da fuselagem, logo abaixo da linha das janelas, separando as costas da barriga do avião.
    O nome “VASP” era aplicado na frente da fuselagem, em cima das janelas, e na cauda azul e branca, cujo desenho era o que mais se aproximava de uma logo da empresa.
    A vedete da empresa naquela época era o Boeing 727-200 (era chamado de 727 Super 200), modelo que só a Vasp utilizava no Brasil nas decadas de 70 e 80, e que, apesar de ser muito mais famoso pelos céus do mundo a fora, no Brasil era menos popular que seu irmão menor, o Boeing 727-100, preferido pelas outras grandes companhias aéreas da época, que eram a Varig, a Cruzeiro e a TransBrasil.
    E por serem os queridinhos da empresa, os Boeing 727-200 recebiam uma pintura levemente diferenciada, onde as faixas iam “engordando” na direção da cauda do avião, dando um efeito mais… esportivo, talvez… Ele levava as inscrições “Super” na turbina do meio, e “200″ na parte azul da cauda, tornando inconfundível o seu papel de membro especial da família.
    Durou pouco, e logo foram substituídas pela pintura com que a empresa naufragou a alguns anos atrás, após sofrer leves modificações.
    Foi na época em que o Canhedo comprou a Lloyd Aéreo Boliviano e a Equatoriana, e pintou os aviões das três companhias do mesmo jeito, trocando apenas as logos das caudas..

    VPvasppublicidad199xairsy

    Década 80/90-Comandantes e co-pilotos

    Vasppasta2A estratégia das companhias civis e Forças Militares para não causar confusão entre funcionários homônimos.

    Ter um nome de guerra na Vasp era complicado:procurar na lista telefônica,inverter o nome,abreviar,etc .Ainda possuir mais outro nome-codigo na listagem do Computador-ARIK e o Part Number da CIA-26.566-8.

    Favor complementar ou corrigir a lista,por favor.Eramos 400 pilotos,depois 750,ai perdi a conta .Muitos por não saber o nome completo não  inclui,desculpem …

    Abrão  Eliasquevici-turma/82 (1) 208314_103769659706919_7003786_n

    Adel Silva Brito

    Adhemar Amaral de Almeida

    Adilson Fernandes Dias

    Adolfo Erico Baumgardt-turma/82(2)

    Alberto D’Elia

    Alcino Alves de Araújo Filho

    Alfredo Ziolkowski

    Aloisio Cioni

    Altair Delfino da Silva

    Alvaro Borio

    Amauri Angelo Ribeiro

    Antônio Arthur Braga Junior

    Antônio Carlos Neumann Medina

    Antônio Carlos Pieri

    Antônio Giostri Filho

    Antônio Jose Franco Cesar

    Antônio Lincoln Costa

    Antônio Terzi

    Ari Paulo Jaensch

    Arlete Ziolkowski

    Arnaldo Escorcio Athayde Junior

    Atayde Francisco Segura

    Aymore Santos Mattos Junior

    Benedito Sancho de Macedo

    Calixto Lambertucci

    Carlos Alberto Hideo Inouye-turma/82(3)  untitled

    Carlos Cavalcante de Oliveira Jr.

    Carlos Dantas Bastos Neto

    Carlos Eduardo do Amaral Ratto

    Carlos Rui Moura Mota (Bader)

    Cesar Luquet de Freitas

    Cesar Paes Pulschen

    Cilon U. R. Jardim

    Ciro Campos

    Ciro Oliveira Paraizo

    Clovis Revault de Figueiredo e Silva

    Clovis Sandoval

    Daniel dos Santos Neto

    Dieter Georg Embden

    Domingos Costa

    Doorgal G. Borges

    Douglas Emilio Schiavon

    Drausio Hermann Jose de Souza Leal

    Edson Adriano Haack

    Eduardo C. Grazioli

    Eduardo V. T. Durão

    Enzo Dall”Ara

    Evandro Newton de Campos (Prado)-turma/82 (4)

    Fausto Fernandes de Oliveira Jr

    Fernando Alberto A. de Souza(Leblon)

    Fernando Baptista Correia (Anderson)

    Fernando Murilo de Lima e Silva

    Fernando Rockert

    Fumishigue Yugue

    Gerson Antônio Pires Vianna

    Gilberto Renhe

    Gilson Mello Alves (Guirrazzi)-turma/82(5)

    Glenio Pereira de Freitas

    Hélio Bastos Salmon

    Hélio Nisti

    Hélio Rubens de Castro Pinto

    Herbert Busse Rodrigues (Montila)-turma/82 (6)

    Honda Filho

    Huberto Brasil Cavalheiro (Herbert)

    Humberto B. Cavalheiro

    Hugo Candido dos Santos

    João Bernardo de Medeiros Netto

    João Carlos Delbin

    João Carlos Fausto Haeger

    João de Almeida (João Almeida)

    João Flavio Guião Leite

    João Guilherme Cunha De Pontes

    João Manoel Meirelles

    Jofre Carvalho da Silva Filho

    Jose Américo C. Medeiros

    Jose Angelo Mandetta

    Jose Carlos Brasil Dias

    Jose Carlos Hertel

    Jose Carlos Viegas de Andrade

    Jose Eduardo Pimenta

    Jose Erasto Pontes

    Jose Humberto Prezoto

    Jose Maria Nunes Campos

    Jose Maria Whitaker

    Jose Mello Siqueira

    Jose Ricardo Dos Santos

    Jose Sidney Zonta

    Jose Soriano Pedro

    Jurandir Costa Jota

    Kemal Mustafa

    Kleber de Oliveira Castro (Kepler)

    Leonel Antônio Benjamim de Oliveira

    Libio Costa Filho

    Lotario Kieling

    Luiz Antônio Sacco

    Luiz Augusto Lamego Martins

    Luiz Carlos Pereira Gago

    Luiz Carlos Rietow

    Luiz Fernando Crazoves de Almeida

    Luiz Jose Simões Bandini

    Luiz Ricardo de Albuquerque Macagi

    Marcelo Alves (Malves)

    Marcello Doneux de Fonseca Jr.

    Marcelo Skinner

    Marcelo Tadeu de Araújo Carnevalle

    Marcio Ibere Bassetto

    Marcio Silva Moura ( Portella)

    Marco Rocco (Remo)

    Mario Luiz Martini (Martinez)

    Marx Augusto Gomes da Silva

    Mauricio Cruz Teixeira (Adenauer)

    Mauricio Mateus Peixoto

    Mauricio Strachman

    Misael Neves Duarte

    Nelson Nazareth S. Amoras

    Nelson Resende Sobrinho

    Newton Moraes Alves

    Norberto Jose Lima ( Shilfette)

    Odair Medina de Lima

    Osamu Shidomi

    Oscar San Miguel F. Vila Espejo

    Osny Nobre

    Paulo da Silva Fetter

    Paulo Dolcemasculo (Turin)

    Paulo Roberto Nahra

    Paulo Roberto Queiroz e Silva

    Pedro Luiz Leme Britto- turma/82 (7)

    Pedro Paulo Seabra Corano

    Peter Rasmus Bernhardt

    Reinaldo Lacerda Cesar

    Renato Cerqueira Sampaio

    Ricardo Lazzarini-turma/82 (10)

    Ricardo Luis Eneas

    Ricardo Luis Schwarz

    Ricieri Dian Junior

    Roberto Giostri

    Rodolfo Grissi

    Rodolfo Neubauer-turma/82(8)

    Ronuro Mazzaruni Cavalcanti Pinheiro-turma/82 (9)

    Ruben Azambuja

    Salvador Evangelista ( Vangelis) VP 375

    Sergio Arnaldo Trein

    Sergio A. de Medeiros Netto (Sergio Netto)

    Sergio Farias Pereira Lima (Salles)

    Sergio Luiz Azevedo

    Sergio Luiz Machado de Mello

    Sergio Mello (Ollem)

    Sergio Quintão Braga

    Sergio Quito

    Silvano Trebbi

    Telmo Costa Pestana

    Valeno de Alencar

    Vicente Afonso Filho

    Walter Fecuri Fagioli

    Walter Schwaner



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 12h45
    [] [envie esta mensagem] []



    Sétimo 'Porco no Rolete'

    Sétimo 'Porco no Rolete' em benefício da Comunidade Geriátrica de Nova Odessa - SP

    DIA 17 DE AGOSTO DAS 12 AS 16 HORAS, NA CHÁCARA RECANTO VERDE, NO KM 5 DA RODOVIA AMERICANA / NOVA ODESSA - SP

    Tradicional Porco no Rolete em benefício da Comunidade Geriatrica de Nova Odessa - SP 

    COMUNIDADE GERIÁTRICA DE NOVA ODESSA - 7º PORCO NO ROLETE
     
    Você está convidado para o Porco no Rolete, promovido pela entidade Comunidade Geriatrica de Nova Odessa.
    O convite tem um custo de R$ 40,00 por pessoa, e crianças de 6 a 12 anos a um custo de R$ 20,00.
    O pagamento pode ser feito através de depósito bancário no Bradesco Agência 317-4, na conta n. 21.990-8 e deverá ser confirmado por meio de envio de comprovante para o e-mail: comunidadegeriatrica@bol.com.br.

    Reservas até: 10/08/2014.

    Dúvidas: 19-99160-8704 (MILANI)
     
    Sexto "Porco no Rolete" realizado em Nova Odessa, SP, na chácara Recanto Verde, em agosto de 2013
     

    De baixo para cima: Grace, Massaini, Ramos, Akio, Fabíola, Adilson, Tamberlini, Adalgisa, Morgado, Zimbart, Hernandes, Jeniffer, Tânia, Evely, Figueiró, Sônia Maria, Beatriz, Belas, P. Sérgio, Franke Abreu, Matosinho, Pacheco, Gil, Rebello, Willian, Cléo e Milani: Antigos tripulantes da VASP



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 11h17
    [] [envie esta mensagem] []



    Questão Palestina

    A Questão no Oriente Médio

    por Rolando Galante, engenheiro de voo, aposentado na Vasp

    Interessante esta matéria produzido pelo Curso Objetivo, a respeito da questão Palestina, trata-se de um assunto muito complexo, uma vez que trata de religião, direitos adquiridos de propriedade através da história biblicamente, e de ocupação, direitos de árabes, judeus, cristãos, fundamentados sempre em teses seculares, cada um justificando seu comportamento e reivindicações, (o único ser humano que entendeu isso com facilidade e apresentou solução simples, imediata, foi o Lula, poucos dias antes de deixar o governo para a Dilma, lembram disso!?

     Será que ele sabe a diferença entre um judeu, um hebreu, um árabe, e um muçulmano?!

    A Diplomacia brasileira em assuntos internacionais é alguma coisa espantosa. Li hoje que Israel classifica o Itamarati da Dilma de "anão diplomático".

    Voltando ao assunto da questão Palestina, eu na minha modesta opinião acho que só tem uma solução, árabes e israelenses aceitarem a divisão da Palestina, de acordo com a Resolução da ONU em 1947. Não adianta Israel tomar territórios árabes, pela força militar, os judeus nunca vão ter paz. Os Palestinos sempre vão querer a terra de volta!

    Aliás, voltando um pouco ao passado recente, o poderio econômico judáico dominava totalmente a Alemanha, Polônia, Hungria, etc. Ai, aconteceu o que todos nós sabemos. Disso os hebreus tiraram uma lição. Não adianta dominar uma nação econômicamente se o País não se afina com sua religião e seus preceitos. Finda a 2ª Guerra aconteceu uma Diáspora ao contrário, ocorreu o Exodus, dos judeus para o recém criado Estado de Israel. Determinado pela ONU, ou seja, divisão da Palestina entre judeus e árabes, sendo que no mesmo dia Israel invadiu, o outro lado!

    O certo é que Israel tem direito de existir, tem direito à sua terra, mas tem que aceitar também o Estado Palestino, enquanto isso não acontecer, não vai haver paz nunca!

    (respeito opiniões). 


    A Questão Palestina

     

    Fonte: Curso Objetivo



    Palestina (do original Filistina – “Terra dos Filisteus”) é o nome dado desde a Antiguidade à região do Oriente Próximo (impropriamente chamado de “Oriente Médio”), localizada ao sul do Líbano e a nordeste da Península do Sinai, entre o Mar Mediterrâneo e o vale do Rio Jordão. Trata-se da Canaã bíblica, que os judeus tradicionalistas preferem chamar de Sion.

    A Palestina foi conquistada pelos hebreus ou israelitas (mais tarde também conhecidos como judeus) por volta de 1200 a.C., depois que aquele povo se retirou do Egito, onde vivera por alguns séculos.

    A Questão Palestina

    Mas as sucessivas dominações estrangeiras, começadas com a tomada de Jerusalém (587 a.C.) por Nabucodonosor, rei da Babilônia, deram início a um progressivo processo de diáspora (dispersão) da população judaica, embora sua grande maioria ainda permanecesse na Palestina.

    As duas rebeliões dos judeus contra o domínio romano (em 66-70 e 133-135 d.C.) tiveram resultados desastrosos. Ao debelar a primeira revolta, o general (mais tarde imperador) Tito arrasou o Templo de Jerusalém, do qual restou apenas o Muro das Lamentações. E o imperador Adriano, ao sufocar a segunda, intensificou a diáspora e proibiu os judeus de viver em Jerusalém. A partir de então, os israelitas espalharam-se pelo Império Romano; alguns grupos emigraram para a Mesopotâmia e outros pontos do Oriente Médio, fora do poder de Roma.

    A partir de então, a Palestina passou a ser habitada por populações helenísticas romanizadas; e, em 395, quando da divisão do Império Romano, tornou-se uma província do Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino).

    Em 638, a região foi conquistada pelos árabes, no contexto da expansão do islamismo, e passou a fazer parte do mundo árabe, embora sua situação política oscilasse ao sabor das constantes lutas entre governos muçulmanos rivais. Chegou até mesmo a constituir um Estado cristão fundado pelos cruzados (1099-1187). Finalmente, de 1517 a 1918, a Palestina foi incorporada ao imenso Império Otomano (ou Império Turco). Deve-se, a propósito, lembrar que os turcos, e embora muçulmanos, não pertencem à etnia árabe.

    Em 1896, o escritor austríaco de origem judaica Theodor Herzl fundou o Movimento Sionista, que pregava a criação de um Estado judeu na antiga pátria dos hebreus.

    Esse projeto, aprovado em um congresso israelita reunido em Genebra, teve ampla ressonância junto à comunidade judaica internacional e foi apoiado sobretudo pelo governo britânico (apoio oficializado em 1917, em plena Primeira Guerra Mundial, pela Declaração Balfour).

    No início do século XX, já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe. A partir de então, novos núcleos começaram a ser instalados, geralmente mediante compra de terras aos árabes palestinos.

    Durante a Primeira Guerra Mundial, a Turquia lutou ao lado da Alemanha e, derrotada, viu-se privada de todas as suas possessões no mundo árabe. A Palestina passou então a ser administrada pela Grã-Bretanha, mediante mandato concedido pela Liga das Nações.

    Depois de 1918, a imigração de judeus para a Palestina ganhou impulso, o que começou a gerar inquietação no seio da população árabe. A crescente hostilidade desta última levou os colonos judeus a criar uma organização paramilitar – a Haganah – a princípio voltada para a autodefesa e mais tarde também para operações de ataque contra os árabes.

    Apesar do conteúdo da Declaração Balfour, favorável à criação de um Estado judeu, a Grã-Bretanha tentou frear o movimento imigratório para não descontentar os Estados muçulmanos do Oriente Médio, com quem mantinha proveitosas relações econômicas; mas viu-se confrontada pela pressão mundial da coletividade israelita e, dentro da própria Palestina, pela ação de organizações terroristas.

    Após a Segunda Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes judeus tornou-se irresistível. Em 1947, a Assembléia Geral da ONU decidiu dividir a Palestina em dois Estados independentes: um judeu e outro palestino. Mas tanto os palestinos como os Estados árabes vizinhos recusaram-se a acatar a partilha proposta pela ONU.

    Em 14 de maio de 1948, foi proclamado o Estado de Israel, que se viu imediatamente atacado pelo Egito, Arábia Saudita, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano (1ª Guerra Árabe-Israelense). Os árabes foram derrotados e Israel passou a controlar 75% do território palestino. A partir daí, iniciou-se o êxodo dos palestinos para os países vizinhos. Atualmente, esses refugiados somam cerca de 3 milhões.

    Os 25% restantes da Palestina, correspondentes à Faixa de Gaza e à Cisjordânia, ficaram sob ocupação respectivamente do Egito e da Jordânia. Note-se que a Cisjordânia incluía a parte oriental de Jerusalém, onde fica a Cidade Velha, de grande importância histórica e religiosa.



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 10h59
    [] [envie esta mensagem] []



    Questão Palestina (final)

    Damos a seguir a cronologia dos principais acontecimentos subsequentes

    1947 – A ONU aprova a partilha da Palestina em dois Estados – um judeu e outro árabe. Essa resolução é rejeitada pela Liga dos Estados Árabes.

    1948 – Os Judeus proclamam o Estado de Israel, provocando a reação dos países árabes. Primeira Guerra Árabe-Israelense. Vitória de Israel sobre o Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano e ampliação do território israelense em relação ao que fora estipulado pela ONU. Centenas de milhares de palestinos são expulsos para os países vizinhos. Como territórios palestinos restaram a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, ocupadas respectivamente por tropas egípcias e jordanianas.

    1956 – Guerra entre Israel e o Egito. Embora vitoriosos militarmente, os israelenses retiraram-se da Faixa de Gaza e da parte da Península do Sinai que haviam ocupado.

    1964 – Criação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), cuja pretensão inicial era destruir Israel e criar um Estado Árabe Palestino. Utilizando táticas terroristas e sofrendo pesadas retaliações israelenses, a OLP não alcançou seu objetivo e, com o decorrer do tempo, passou a admitir implicitamente a existência de Israel.

    1967 – Guerra dos Seis Dias. Atacando fulminantemente em três frentes, os israelenses ocupam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia (territórios habitados pelos palestinos) e tomam a Península do Sinai ao Egito, bem como as Colinas de Golan à Síria.

    1970 – “Setembro Negro”. Desejando pôr fim às retaliações israelenses contra a Jordânia, de onde provinha a quase totalidade das incursões palestinas contra Israel, o rei Hussein ordena que suas tropas ataquem os refugiados palestinos. Centenas deles são massacrados e a maioria dos sobreviventes se transfere para o Líbano.

    1973 – Guerra do Yom Kippur (“Dia do Perdão”). Aproveitando o feriado religioso judaico, Egito e Síria atacam Israel; são porém derrotados e os israelenses conservam em seu poder os territórios ocupados em 1967. Para pressionar os países ocidentais, no sentido de diminuir seu apoio a Israel, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) provoca uma forte elevação nos preços do petróleo.

    1977 – Pela primeira vez, desde a fundação de Israel, uma coalizão conservadora (o Bloco Likud) obtém maioria parla mentar. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, inicia o assentamento de colonos judeus nos territórios ocupados em 1967.

    A Questão Palestina

    1979 – Acordo de Camp David. O Egito é o primeiro país árabe a reconhecer o Estado de Israel. Este, em contrapartida, devolve a Península do Sinai ao Egito (cláusula cumprida somente em 1982). Em 1981, militares egípcios contrários à paz com Israel assassinam o presidente Anwar Sadat.

    1982 – Israel invade o Líbano (então em plena guerra civil entre cristãos e muçulmanos) e consegue expulsar a OLP do território libanês. Os israelenses chegam a ocupar Beirute, 
    capital do Líbano. Ocorrem massacres de refugiados palestinos pelas milícias cristãs libanesas, com a conivência dos israelenses.

    1985 – As tropas israelenses recuam para o sul do Líbano, onde mantêm uma “zona de segurança” com pouco mais de 10 km de largura. Para combater a ocupação israelense, forma-se o Hezbollah (“Partido de Deus”), organização xiita libanesa apoiada pelo governo islâmico fundamentalista do Irã.

    1987 – Começa em Gaza (e se estende à Cisjordânia) a Intifada (“Revolta Popular”) dos palestinos contra a ocupação israelense. Basicamente, a Intifada consiste em manisfestações diárias da população civil, que arremessa pedras contra os soldados israelenses. Estes frequentemente revidam a bala, provocando mortes e prejudicando a imagem de Israel junto à opinião internacional. Resoluções da ONU a favor dos palestinos são sistematicamente ignoradas pelo governo israelense ou vetadas pelos Estados Unidos. A Intifada termina em 1992.

    1993 – Com a mediação do presidente norte-americano Bill Clinton, Yasser Arafat, líder da OLP, e Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel, firmam em Washington um acordo prevendo a criação de uma Autoridade Nacional Palestina, com autonomia administrativa e policial em alguns pontos do território palestino. Prevê-se também a progressiva retirada das forças israelenses de Gaza e da Cisjordânia. Em troca, a OLP reconhece o direito de Israel à existência e renuncia formalmente ao terrorismo. Mas duas organizações extremistas palestinas (Hamas e Jihad Islâmica) opõem-se aos termos do acordo, assim como os judeus ultranacionalistas.

    1994 – Arafat retorna à Palestina, depois de 27 anos de exílio, como chefe da Autoridade Nacional Palestina (eleições realizadas em 1996 o confirmam como presidente) e se instala em Jericó. Sua jurisdição abrange algumas localidades da Cisjordânia e a Faixa de Gaza – embora nesta última 4 000 colonos judeus permaneçam sob administração e proteção militar israelenses. O mesmo ocorre com os assentamentos na Cisjordânia. Na cidade de Hebron (120 000 habitantes palestinos), por exemplo, 600 colonos vivem com o apoio de tropas de Israel. Nesse mesmo ano, a Jordânia é o segundo país árabe a assinar um tratado de paz com os israelenses.

    1995 – Acordo entre Israel e a OLP para conceder autonomia (mas não soberania) a toda a Palestina, em prazo ainda indeterminado. Em 4 de novembro, Rabin é assassinado por um extremista judeu.

    1996 – É eleito primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, do Partido Likud (antes denominado Bloco Liked), que paralisa a retirada das tropas de ocupação dos territórios palestinos e intensifica os assentamentos de colonos judeus em Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, em meio à população predominantemente árabe. O processo de pacificação da região entra em compasso de espera, ao mesmo tempo em que recrudescem os atentados terroristas palestinos. Em Israel, o primeiro-ministro (chefe do governo) é eleito pelo voto direto dos cidadãos.

    1999 – Ehud Barak, do Partido Trabalhista (ao qual também pertencia Yitzhak Rabin), é eleito primeiro-ministro e retoma as negociações com Arafat, mas sem que se produzam resultados práticos.

    2000 – Israel retira-se da “zona de segurança” no sul do Líbano. Enfraquecido politicamente, devido à falta de progresso no camiho da paz, e também devido às ações terroristas palestinas (não obstante as represálias israelenses), Barak renuncia ao cargo de primeiro-ministro. São convocadas novas eleições, nas quais ele se reapresenta como candidato. Mas o vencedor é o general da reserva Ariel Sharon, do Partido Likud, implacável inimigo dos palestinos. Pouco antes das eleições, começa nos territórios ocupados uma nova Intifada.

    2001 – Agrava-se o ciclo de violência: manifestações contra a ocupação israelense, atentados suicidas palestinos e graves retaliações israelenses. Nesse contexto, Yasser Arafat, já septuagenário, parece incapaz de manter a autoridade sobre seus compatriotas ou de restabelecer algum tipo de diálogo com Israel, cujo governo por sua vez mantém uma inflexível posição de força.

    Balanço Atual

    Até agora, Israel desocupou apenas sete cidades da Cisjordânia (uma oitava foi desocupada parcialmente), 
    correspondentes a 3% do território cisjordaniano; deste, 24% encontram-se sob controle misto israelense-palestino e 74% permanecem inteiramente ocupados. Em termos demográficos, 29% dos palestinos estão sob a jurisdição exclusiva da Autoridade Palestina. Quanto à Faixa de Gaza, cuja importância é consideravelmente menor, nela permanecem apenas as tropas israelenses que protegem os colonos judeus ali estabelecidos.

    Os grandes obstáculos para a implementação do acordo firmado entre Yitzhak Rabin e Yasser Arafat são:

    a) A oposição das facções extremistas, tanto palestinas como isralelenses.
    b) A posição militarista e intransigente do governo Sharon.
    c) O estatuto de Jerusalém Oriental, que os palestinos almejam transformar em sua capital mas que já foi incorporada oficialmente ao território israelense, dentro do conceito de que a cidade de Jerusalém “é a capital de Israel, una e indivisível”.
    d) O problema dos 150 000 colonos existentes em Gaza e na Cisjordânia e que se recusam a deixar seus assentamentos.
    e) A disputa pelos recursos hídricos do Rio Jordão, pois parte de seu curso (na fronteira entre a Jordânia e a Cisjordânia) ficaria fora do controle de Israel.
    f) O território palestino simplesmente não tem como absorver os quase 3 milhões de refugiados que habitavam terras do atual Estado de Israel e que continuam a viver, na maior parte, em precários campos de refugiados espalhados pelo mundo árabe – notadamente no Líbano.

    A Questão Palestina

    A Questão Palestina

    A “Cidade Velha”

    A disputada “Cidade Velha”, dentro de Jerusalém Oriental, conta com locais sagrados de três religiões. Os principais são: o Muro das Lamentações, reverenciado pelos judeus como o único remanescente do grandioso Templo de Jerusalém; a Mesquita da Rocha (foto acima), erigida sobre um rochedo de onde, segundo a tradição islâmica, a alma de Maomé ascendeu ao Paraíso; por último, a Igreja do Santo Sepulcro, construída sobre o lugar onde Cristo teria sido sepultado e, de acordo com a crença cristã, ressuscitou no terceiro dia.



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 10h59
    [] [envie esta mensagem] []



    A bruxa está solta !!!

    Fonte: G1 - sexta-feira, 25 de julho de 2014

    Em oito dias, três tragédias aéreas mataram 464 pessoas

    Número é maior que o total de mortes na aviação comercial do ano passado.
    Entidade defende que 'voar é seguro' e historiador vê 'coincidência'.


    Nesta sexta-feira, o presidente da França, François Hollande, afirmou que não há sobreviventes no acidente do avião da Air Algérie que caiu no Mali. Desde a última quinta-feira (17), uma sequência de três tragédias com aviões resultou em 464 pessoas mortas em apenas oito dias.

    Air Algérie
    O avião modelo McDonnell Doulgas MD-83 caiu 50 minutos após a decolagem em Uagadugu, capital de Burkina Faso, na quinta-feira (24). Destroços foram localizados em Mali.
    Mortes: 118


    TransAsia Airways

    Avião turboélice se destroçou na pista de um aeroporto na ilha de Penghu, em Taiwan, ao tentar fazer um pouso de emergência na quarta-feira (23).
    Mortes: 48








    Malaysia Airlines

    O voo MH17 saiu de Amsterdam com destino a Kuala Lampur.Caiu na Ucrânia, perto da fronteira russa. Suspeita-se que o Boeing 777 foi abatido por um míssil de rebeldes separatistas.
    Mortes: 298




    Dados da Organização Internacional de Aviação Civil (Icao) mostram que essas 464 vítimas já superam o total de mortes na aviação comercial em cada um dos três anos anteriores. Em 2013 foram 173 mortes em 90 acidentes; em 2012, 388 mortos em 99 quedas e, em 2011, 372 mortos em 118 casos.

    Já em 2010, segundo a Icao, foram 626 mortos em 104 acidentes e, em 2009, 655 vítimas em 102 casos.

    O Icao, que trabalha pela segurança aérea global, afirma que houve redução do número de acidentes pelo mundo nos últimos cinco anos. Em 2013, a taxa ficou em 2,8 acidentes a cada um milhão de partidas comerciais.

    A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) afirma que, apesar dos últimos acidentes, "voar continua sendo seguro". "A maior prioridade de todas as empresas é segurança", ressalta o órgão. Segundo a Iata, o caso do Boeing abatido na Ucrânia foi "um crime" e um "ataque contra o sistema de transporte áereo, que é um instrumento para a paz".

    "Foi uma semana muito triste para todos que trabalham envolvidos com aviação", acrescentou a organização.

    Pelos dados da associação, o ano de 2013 fechou com 210 mortes envolvendo a aviação de transporte de passageiros. Segundo o órgão, a média anual vítimas no setor, nos últimos 5 anos, é de 517 mortes.

    O Escritório de Arquivos de Acidentes Aéreos (B3A), organização civil internacional com sede em Genebra e que computa dados de tragédias da aviação desde 1918, afirma que neste ano já houve 68 acidentes aéreos, com 991 vítimas no total – incluindo todos os tipos de aeronave, e não só comerciais. Em 2013, o órgão havia registrado 137 colisões e 453 mortes.

    O ano em que houve mais vítimas de acidentes de avião, segundo o B3A, é 1972 – quando morreram 3.344 passageiros e tripulantes.

    'Coincidência'

    “Não há como dizer que esta foi a pior semana da aviação comercial, já houve outras semelhantes. Não está caindo avião. O que coincidiu é que, nesta semana, dois caíram e um foi abatido ao sobrevoar uma área de guerra”, afirma o historiador Ivan San'tana, autor de livros sobre as maiores tragédias aéreas brasileiras.

    San'tana afirma que o pior dia para a aviação civil foi, "sem dúvida", 11 de setembro de 2001, quando morreram 2.996 pessoas devido à queda de quatro aeronaves nos Estados Unidos – duas delas se chocaram contra as torres do World Trade Center, em Nova York.

    "Mas foi um ataque terrorista”, relembra ele. “O número de acidentes aumenta porque o tráfego aéreo cresce. Mas o número de mortos anual vem diminuindo”, afirma.

    Outras grandes tragédias

    Em 27 de março de 1977, 583 pessoas morrreram após a colisão de um Boeing da KLM com um avião da Pan Am no Aeroporto de Los Rodeos, na Ilha de Tenerife, no Arquipélago das Canárias (Espanha). O episódio ficou conhecido como “o desastre de Tenerife” e provocou mudanças na tecnologia da aviação.

    Já em agosto de 1985, 509 passageiros e mais tripulantes morreram a bordo de um Boeing 747 da Japan Airlines que sofreu descompressão e caiu em uma montanha perto de Tóquio.

    Em março deste ano, outro Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, que seguia de Kuala Lampur para Pequim, desapareceu em uma área fora da sua rota original, enquanto sobrevoava o Oceano Índico. No voo MH370 iam 239 pessoas a bordo. O paradeiro da aeronave ainda é um mistério.

    No Brasil

    Air France, Airbus, acidente, tragédia (Foto: AFP)As três maiores tragédias da aviação brasileira deixaram, 581 mortos no total.

    Em 1º de junho de 2009, um Airbus A-330 da Air France que fazia o voo AF447 na rota Rio de Janeiro-Paris perdeu sustentação e caiu no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo. Relatório da investigação apontou que o copiloto adotou um procedimento equivocado após não entender o que ocorria devido ao congelamento do pitot (sensor de velocidade) em altitude elevada.


    Acidente da TAM em Congonhas em 2007 (Foto: Aquivo G1)
    Dois anos antes, em julho de 2007, outro Airbus, dessa vez da TAM, procedente de Porto Alegre (RS), varou a pista ao pousar no aeroporto de Congonhas (SP) colidindo com um galpão da companhia do outro lado de uma avenida. Houve 199 mortos e 13 feridos.

    Já em setembro de 2006, um Boeing da companhia aérea Gol que fazia o voo 1907 colidiu com um jato Legacy que estava com o sensor de localização desligado e caiu em um trecho de mata fechada no norte do Mato Grosso. Todas as 154 pessoas que estavam a bordo do Boeing morreram.


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 10h23
    [] [envie esta mensagem] []



    FUNDAÇÃO DA ABRAPAER EM 20 DE JULHO DE 2014 (ANIVERSÁRIO DO SANTOS DUMONT)

     

     

     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 16h36
    [] [envie esta mensagem] []



    Imagem rara do Hidroavião Jahú em Santos - SP amerrissando em 1927

    João Ribeiro de Barros - Jahú amerrissando em Santos em 1927



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 16h30
    [] [envie esta mensagem] []



    Para recordar: The Beatles

    The Beatles - Through The Years



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 15h00
    [] [envie esta mensagem] []



    AJUDINHA MINISTERIAL PARA PAULO MALUF NA INTERPOL

    CARDOZO TENTOU AJUDAR MALUF A LIMPAR A BARRA NA INTERPOL

    MINISTRO INTERCEDEU POR PAULO MALUF PARA LIMPAR A BARRA NA INTERPOL

    Encontros de Maluf com Cardozo ocorreram após pepista apoiar candidatura de Haddad (PT)
    Encontros de Maluf com Cardozo ocorreram após pepista apoiar candidatura de Haddad (PT)
    Ministério da Justiça confirmou que Cardozo (foto) enviou comunicado ao governo dos EUA (Foto ABr)

    Ministério da Justiça confirmou que Cardozo (foto) enviou comunicado ao governo dos EUA (Foto ABr)

    O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) revelou, em entrevista ao programa Poder e Política, que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, intercedeu por ele junto ao governo dos Estados Unidos para tirar seu nome da lista de procurados da Interpol. Cardozo enviou ao governo norte-americano um comunicado perguntando a respeito da possibilidade de Maluf ser ouvido no Brasil sobre a acusação de usar instituições do país no suposto desvio de dinheiro na construção da avenida Água Espraiada, hoje Jornalista Roberto Marinho, em São Paulo. O fato foi confirmado pelo Ministério da Justiça.

     


    De acordo com o ministério, o caso de Maluf foi o único até agora com essas características: brasileiro, com residência fixa e com aviso de procurado na Interpol -para ser preso nos EUA- requerendo o direito de ser ouvido no Brasil, mas se outro cidadão, nesta condição, solicitar ajuda ao governo, será atendido.

    Coincidentemente Maluf e seu advogado só procuraram José Eduardo Cardozo quando o deputado e seu partido, o PP, apoiaram a campanha do petista Fernando Haddad pela Prefeitura de São Paulo, em 2012. O deputado se encontrou com o ministro mais de uma vez nos últimos dois anos para tratar do assunto, mesmo após o governo estadunidense negar o pedido de Maluf.

    Na entrevista, o deputado ainda criticou a postura do governo brasileiro. “O que estranho é que um brasileiro não tem a mesma defesa do governo brasileiro que teve o Cesare Battisti, este sim criminoso, assassino, matou gente na Itália. Está condenado pela Justiça italiana e recebeu asilo aqui”, dispara Maluf.

    Fonte: Diário do Poder



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 14h41
    [] [envie esta mensagem] []



    Justiça federal cancela o leilão da prédio da VASP

    Com informações do Estadão Conteúdo
    São Paulo - A juíza federal Regilena Emy Fukui Bolognesi, titular da 11.ª Vara Federal Cível em São Paulo, determinou liminarmente a indisponibilidade do imóvel onde funcionava o edifício-sede da Viação Aérea São Paulo S/A (VASP), com a suspensão de quaisquer atos tendentes à sua alienação judicial no processo de falência da empresa.

     

     

     

     

    O prédio da VASP, um dos ativos mais valiosos da massa falida, iria a leilão no próximo dia 31, por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.

    Cristaleira da Vasp não vai mais a Leilão

    fotoslideq

     

    Cristaleira,como era chamada o prédio da administração 

    Sede da VASP - São Paulo-Congonhas (CGH), São Paulo, SP, Brasil.

    Sede da VASP - São Paulo-Congonhas (CGH), São Paulo, SP, Brasil.

    A juíza federal ordenou o bloqueio da matrícula do imóvel e garantiu a posse do edifício à União Federal, por intermédio da Infraero - Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária.

    A União ajuizou a ação contra a VASP, entendendo ter o domínio sobre o imóvel de cerca de 15 mil metros quadrados, localizado no perímetro do aeroporto de Congonhas. A empresa, que teve sua falência decretada há alguns anos, alegava ser dona do prédio, pois na década de 1980 o governo do Estado de São Paulo teria lhe doado.

    Para instalar o aeroporto de Congonhas na capital paulista, o Estado de São Paulo desapropriou terras no local e assinou com a União um contrato de concessão para a manutenção, aparelhamento e exploração do aeroporto, no qual era prevista, ao final do prazo de 25 anos, a reversão das edificações para o patrimônio da União.

    Com o fim do contrato de concessão, a União Federal assumiu o serviço do aeroporto por meio da Infraero, bem como teve incorporada ao seu patrimônio toda infraestrutura aeroportuária. Segundo informação divulgada no site da Justiça Federal, o imóvel, objeto da ação, não foi incluído no rol dos bens. Ao contrário, foi doado à VASP pelo Estado de São Paulo.

    Para a juíza Regilena Bolognesi, "a ausência do imóvel no termo de incorporação administrativa não traz implicação alguma ao domínio da União sobre o bem, uma vez que, a União adquiriu o domínio do imóvel quando da sua desapropriação, independentemente de registro imobiliário ou incorporação administrativa".

    A juíza acrescenta que "a doação do imóvel realizada pelo Estado de São Paulo para a VASP não tem validade e nula é a averbação da propriedade em nome da VASP na matrícula do imóvel junto ao Cartório de Registro de Imóveis".

    Ela afirma que "o domínio do imóvel sempre foi e continua sendo da União e, consequentemente, não pode ser leiloado no processo de falência da empresa de aviação". 



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h28
    [] [envie esta mensagem] []



    Cartola: As rosas não falam

    As Rosas Não Falam


    Título: As Rosas Não Falam

    Compositor: Cartola
    Ano: 1973

    A composição desse belo samba-canção é uma obra de Agenor de Oliveira, o Cartola.

    "As Rosas Não Falam" tem uma bela história. Um dia Dona Zica, esposa de Cartola, ganhou umas mudas de rosas. Resolveu plantá-las no jardim e alguns dias depois, ao abrir a porta pela manhã, ficou extasiada com a quantidade de rosas desabrochadas. Chamou então Cartola e perguntou:

    - Cartola, vem ver! Por que é que nasceu tanta rosa assim?

    O mestre Cartola então respondeu:

    - Não sei, Zica. As rosas não falam...

    A frase ficou remoendo na cabeça do poeta. Tomou então do violão e a música brotou quase que imediatamente. Faltavam três dias para ele completar 65 anos. Cartola disse então que "As Rosas Não Falam" foi o seu presente de aniversário.

    Ainda sobre a canção, Paulinho da Viola contou que quando trabalhava na TV Cultura de São Paulo, no ano de 1973, apresentando um programa que buscava mostrar pessoas ligadas à música, principalmente sambistas ligados às escolas de samba, e foi visitado por Cartola. No meio do programa Cartola interrompeu Paulinho da Viola e pediu para apresentar uma de suas composições. Paulinho da Viola ficou sem ação porém o diretor do programa autorizou a apresentação. Paulinho da Viola então pegou seu violão e tocou pela primeira vez em público "As Rosas Não Falam". Paulinho contou ainda que durante anos não conseguia cantar a música.

    "As Rosas Não Falam" esteve na trilha sonora das novelas "Duas Vidas"(1976/1977) interpretada por Beth Carvalho"Mulheres Apaixonadas" (2003), executada por Léo Gandelman"Ninho da Serpente" (1982), na voz de Emílio Santiago.

    As Rosas Não Falam (Cartola - O Eterno)

    As Rosas Não Falam


    Bate outra vez
    com esperanças o meu coração
    Pois já vai terminando o verão
    enfim

    Volto ao jardim
    com a certeza de que devo chorar
    Pois bem sei que não queres voltar
    para mim

    Queixo-me às rosas, mas que bobagem
    As rosas não falam
    Simplesmente as rosas exalam
    o perfume que roubam de ti

    Devias vir
    para ver os meus olhos tristonhos
    E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
    por fim


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h09
    [] [envie esta mensagem] []



    Fiquei só na vontade ...

    Foto: Deixe seu comentário...


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h00
    [] [envie esta mensagem] []




    [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]