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BRASIL, Sudeste, São Paulo, Morumbi, Homem, de 56 a 65 anos



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    Canhenho (registro de lembranças, caderno de apontamentos), o Blog do Matosinho: Reportagens, informações com credibilidade, comentários consistentes, aviação, música, humor e charges


    Canhenho: Blog do Matosinho

    Foto de ViewBug.com.

    Blog Canhenho
    Editor: Edson Antonio Ferreira Matosinho, aeronauta, comissário de voo aposentado na Vasp, ex-dirigente sindical do Sindicato Nacional dos Aeronautas (secretário de Divulgação e Cultura) e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Trasportes Aéreos (Tesoureiro )

    vaspvaspvaspvaspvaspvaspvaspvaspvaspvaspvaspvasp

     


     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 20h09
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    Resenha em charges

    random image
    Mariano, especial para A Charge Online



     
    Esta charge do Fred foi feita originalmente para o
     



     
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    Esta charge do S. Salvador foi feita originalmente para o
     

     
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    Esta charge do M. Aurélio foi feita originalmente para o







    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 16h09
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    25 de janeiro comemora-se a fundação de São Paulo

    viagem-turismo-sao-paulo

    Aproximação de Aeroporto de Congonhas - CGH , aqui não te da o direito de errar ...
    Parabéns São Paulo pelos seus 461 anos !!!
    PARABENS À  LINDA E PROBLEMÁTICA CIDADE QUE EU AMO..............UHUUUUUUU.........

    Música de Billy Blanco - "Amanhecendo" (Sinfonia Paulista) 
     
     



    b-calixto
    Homenagem à cidade de São Paulo
    EM SÃO PAULO - Música de Roberto Lapiccirella
    Composição e interpretação: Roberto Lapiccirella 
    Fotos obtidas na Praça Benedito Calixto São Paulo, SP, Brasil

    https://www.youtube.com/watch?v=YEoEQrYBzJg

    Um passeio pela Praça Benedito Calixto é uma viagem pelas décadas que já se passaram, utilizando-se como inspiração os objetos vendidos na Feira de Artes, Cultura e Lazer, que acontece aos sábados das 9 às 19h.

    A Feira da praça, que existe desde 1987, é hoje um ponto de referência intelectual e cultural, por isso, já faz parte do calendário turístico e de lazer de São Paulo. O evento conta com a participação de 320 expositores com artesanato variado, obras de arte e antiguidades, além da praça de alimentação.

    Passeio muito interessante. Além da Feira, a maior de artes de Sampa, o local é de uma diversidade enorme, com barracas variadas e atrações diversas: barracas de artesanatos criativos, numismática, discos de vinil, roupas, móveis, até Guaraná Jesus encontramos por lá na boa barraca de brinquedos temáticos do Milton Herd, que além de seu trabalho artesanal, expõe uma garrafinha de Jesus que trouxe de lembrança quando esteve em Barreirinhas, aliás, o Milton achou maravilhosa a viagem, porém reclamou muito dos preços, principalmente dos passeios e deslocamentos, disse que lhe cobraram valores que dava até pra voltar de avião para São Paulo.

    Mais adiante, conhecemos a Giselle em sua barraca de máscaras de todos os estilos, disse pra gente, vejam só, que estava produzindo uma festa em Teresina, quem sabe um dia ela não faz algum trabalho pra São Luís?

    Nas cercanias da Praça Benedito Calixto muitos barezinhos e restaurantes, o mais freqüentado deles o Mosteiro da São Benedito concentra muita juventude sendo ponto de gente bonita, mas, destaque mesmo, fica por conta do escondidinho da Amada, ambiente muito bem produzido, comida saborosa e de qualidade e preços acessíveis, música ao vivo mesmo pela manhã e uma atenção especial de sua proprietária a baiana Amada, simpatia de pessoa.

    Mais em frente a galeria Qualquer Coisa, outra visita imperdível. Um local bem transado, com muitas bancas interessantes e artigos diferenciados. Lá conhecemos as irmãs Jéssica e Solange numa barraca de artesanato com artigos em tecidos bem interessantes, onde difundem a marca Maria Melancia.

    Ainda ao lado da praça a loja de artes Arterix, com quadros e esculturas de novos artistas, uma loja pequena, mas muito bem arrumada e gostosa de se apreciar (e comprar!) produtos de arte. Chama a atenção, também, o Mercado Pop (Rua Teodoro Sampaio esquina com a Praça Benedito Calixto) uma loja com uma proposta diferente, tocada por gente jovem e que vale a pena visitar e adquirir  umas lembrancinhas, no subsolo, um barzinho invocado, com música ao vivo e quitutes gostosos.

    Por fim, uma chegadinha na igreja do Calvário para agradecer a oportunidade da visita e pedir a proteção durante a estada encantadora São Paulo.

     

    Feira de Artes da Praça Benedito Calixto

     

     

    Memorial da América Latina

    http://jornalggn.com.br/sites/default/files/u4508/memorial.jpg

     

     

    Vila Madalena

    o-que-fazer-em-sao-paulo

    turismo-mercado-municipal-sao-paulo

    Mercado Municipal

     



     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 03h08
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    Deu no Sensacionalista

    Queda de temperatura deixa cariocas sem assunto no Facebook

    Queda de temperatura deixa cariocas sem assunto no Facebook

    A pausa no calor senegalês que vem maltratando os cariocas nesse início de ano causou um fenômeno raro: os cariocas ficaram sem assunto no Facebook. Reclamando das altas temperaturas desde o inicio do verão, os cariocas foram surpreendidos por uma queda nos termômetros que hoje chegam a marcar 27 graus, bem diferente dos quarenta e tantos que vêm fazendo na cidade. Sem ter do que reclamar, muitos cariocas simplesmente deixaram o Facebook pois não havia o que dizer. A expectativa é que eles voltem a reclamar logo mais a noite durante a exibição do BBB.

    Fonte: Sensacionalista: jornal isento de verdade

     

     



     

     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 18h27
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    Deu no The i-piauí Herald

    Governo promete falta de gás até o final do mês

    Governo promete falta de gás até o final do mês

    Para ter acesso a água e luz, José Dirceu exige voltar para a Papuda

    FUNDO DO POÇO - Após a previsão de crescimento para 2015 atingir o volume morto, o ministro do Apocalipse, Joaquim Levy, fez novas promessas para o ano que se inicia. "Já batemos nossas metas para o descumprimento dos abastecimentos de luz e água. Até o final do mês, de acordo com nosso austero planejamento, faltará gás. Estamos prevendo a falta de telefone para o segundo semestre", revelou, enquanto apertava o cinto.

    Dilma anunciou que premiará o empenho do governador Geraldo Alckmin. "O estado mais rico do Brasil está sempre na vanguarda. Faltaram votos para mim. Agora, além de luz, água, telefone e gás, Alckmin prometeu criar condições para que falte Wi-Fi em São Paulo", celebrou a mandatária.

    No final da tarde, pesquisadores do Museu da Imagem e do Som descobriram que o jingle de Dilma ouvido de trás para frente traz mensagens apocalípticas. "'Dilma, Coração Valente', por exemplo, vira 'à meia-noite confiscarei sua poupança'", disse Marco Túlio Tavares.


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    "Foto de Angélica comendo cachorro quente não faz parte do pacote de maldades", afirma Dilma


    Luciano Huck fará propagandas de Luciano Huck®

    GENEAL - Estarrecida com o comercial em que Angélica aparece abrindo uma bocarra para deglutir um cachorro quente, Dilma Rousseff apressou-se em esclarecer: "Eeeeeeepa, epa, epa! Na minha conta não, violão! Quero deixar bem claro a todos os brasileiros que isso nada tem a ver com meu pacote de maldades bondosas. Foi meritocracia do casal mesmo!", bufou a mandatária. Em seguida, perguntou se a salsicha era Friboi.

    Sempre solícito, Luciano Huck®, respondeu. "Pode faltar água, pode faltar luz, mas não deixem faltar Perdigão no meu prato", e sorriu, enquanto degustava um sanduíche de mortadela gourmet.

    Dilma também negou que esteja envolvida no conluio contra o Comendador. "É tudo culpa do Téo Pereira", desabafou.

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    Fonte: The i-piauí Herald - noticioso sem compromisso com a verdade

     




     

     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 18h12
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    Vídeo: Lula e a Portugal Telecom, tudo a ver

    Lula da Silva e o repasse de R$ 7 milhões da Portugal Telecom para o PT

    Lula, Portugal Telecom e PT ainda devem muita explicação...
    Lula, Portugal Telecom e PT ainda devem muita explicação…

    Em julho de 2003, o Ministério Púbico pediu  que a Polícia Federal abrisse um inquérito para investigar denúncia de Marcos Valério, sobre Lula da Silva  que teria intermediado o repasse de R$ 7 milhões da empresa de telefonia portuguesa PT – Portugal Telecom, para o PT- Partido dos Trabalhadores  

    clique para acionar o vídeo > Lula e a Portugal Telecom, tudo a ver

     



     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 16h17
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    Crônica de Ignácio de Loyola Brandão

     
    Esta charge do Sinovaldo foi feita originalmente para o
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    Os segundos finais de um condenado

    por Ignácio de Loyola Brandão

    Durante dias e dias fiquei assombrado com o episódio do traficante brasileiro fuzilado na Indonésia. Nada a ver com os pedidos de clemência feitos a seu favor e recusados. Por que haveria o governo indonésio de atender a um pedido que vai contra a lei do seu país? Será que a presidente imaginava que lá, como cá, a lei pode ser mudada ao sabor das vontades? Quando a Itália pediu Cesare Battisti, o que fez o governo brasileiro? Deu cidadania brasileira ao homem. Nada sei de questões internacionais e parece que a dona Dilma também não. Meu problema é outro.
    Sabemos todos que vamos morrer. Não sabemos a hora, como diz o samba. Vivemos na ilusão de que ela não virá, ou virá quando formos muito velhos. Assim, a morte é distante, negamos que vá acontecer. Mesmo nas doenças. Você está terminal e tem a esperança de que no dia seguinte um cientista descobrirá a cura para o seu mal.
    O que penso e me angustia é: como se sente uma pessoa que sabe o dia, a hora, o minuto em que vai morrer? Sabe como vai morrer. Como fica essa cabeça, estômago, coração, tudo? Vira tudo um vazio? Ainda sente fome, sede? Agarra-se a uma esperança de uma reviravolta no destino? Quem sabe uma fuga? A clemência? Mas e quando a clemência é recusada e a morte se torna inexorável?
    Você entra em estado de choque, entra em transe, pira totalmente ou conforma-se? Adianta nesta hora acreditar em alguma coisa, ter alguma fé? Não falo de terroristas suicidas que dão a vida por um Deus, uma crença. Falo de um sujeito que decidiu por um tipo de vida marginal, sem ética, sem escrúpulos, sem limites, um traficante de drogas. Ou estou sendo juiz? Bate nele o terror, a paralisia, enlouquece, desesperado? Pensa na sua vida, recorda-se, rememora, repassa tudo, arrepende-se (do quê?). Enfia-se nas lembranças? Ou pensa, o tempo inteiro, sem dormir, sem parar, que cada hora é uma hora a menos, um minuto a menos, um segundo a menos. Como é esta caminhada rumo ao poste onde o indivíduo é amarrado e tem o rosto vendado? Algum condenado já recusou a venda? Olhou para os carrascos?
    Lembrei-me do filme Gloria Feita de Sangue (Paths of Glory) de Kubrick, de 1957, ano em que cheguei a São Paulo, em que um dos condenados, o soldado Maurice Ferol (interpretado por Timothy Carey) apavorado, segue tremendo, chorando, se borrando para o muro de execução, inconformado, revoltado, indignado, amedrontado. É a dor de deixar esta vida ou é o medo de não saber o que há do lado de lá, se há um lado de lá? Aquele choro é uma das cenas mais dramáticas do cinema.
    Então me lembrei de um dos melhores livros de Norman Mailer, A Canção do Carrasco, não um romance e sim uma extensa reportagem, à la Truman Capote (A Sangue Frio), que recebeu o Prêmio Pulitzer em 1980. No entanto, Mailer publicou seu livro em 1979, enquanto o de Capote saiu em 1965, mudando a forma de fazer jornalismo. Mailer seguiu a trajetória atormentada de Gary Gilmore, reconstituindo todos seus passos, crimes, roubos, latrocínios, prisão e condenação à morte aos 37 anos, em 1977. Gary nunca pediu clemência. Ao contrário, determinou: "Que me matem por fuzilamento". A descrição final de Mailer arrepia. O condenado sentado, um oficial coloca um círculo branco sobre seu peito - o alvo onde deveriam atirar. Os que fuzilariam estavam atrás de uma lona e as armas eram enfiadas por uma pequena abertura. Os tiros pareceram trovões aos que assistiam, porque havia mais de 50 pessoas "na plateia", como se fosse um grande show. No livro, conta-se que, um segundo antes de morrer, o diretor da prisão perguntou a Gilmore: "Tem alguma declaração a fazer?". Ele sorriu e disse calmamente: "Vamos acabar logo com isso".
    Na Indonésia, ao menos, não se permite auditório. São os atiradores (uma só arma tem bala verdadeira, ninguém sabe qual), um ministro da fé que o condenado pratica e o comandante. Pergunto: será que cada atirador tem a certeza de que a bala mortal não é a sua? Ou há uma questão de consciência? Culpa? Ou nada disso? O que fica em minha cabeça é esta caminhada que o brasileiro fez até o poste de execução. Pareceram milhares de quilômetros? Ou um segundo? A bala ao penetrar provoca dor? Ou não há tempo, o coração para na hora, o sistema nervoso se desarticula? É o fim.
    Fonte: O Estado de S. Paulo - 23/01/15

     






    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 15h49
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    Resenha em charges

    CHARGES ATUALIZADAS AUTOMATICAMENTE

     

     
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    Charge O Tempo 24/01 

    por Duke

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    Joaquim Levy


     

    Esta charge do Regi foi feita originalmente para o
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    joaquim levy

    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anuncia aumento de tributos nesta segunda-feira (19) (Foto: Agência Brasil)
    Risadinha Quinzinho %

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    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 14h14
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    Reunião no TST para reconciliação da Convenção Coletiva dos Aeronautas e Aeroviários

    Aeronautas e Aeroviários avaliam proposta do TST em assembleias no dia 27

     
    Audiência de conciliação no TST em Brasília - foto: divulgação
     
    Os aeronautas e aeroviários vão avaliar em assembleias, nesta terça-feira (27), a proposta mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em audiência de conciliação entre a FENTAC, os sindicatos filiados e as empresas aéreas, realizada ontem (23/01). Até lá, a paralisação das categorias está suspensa.
     
    Os aeronautas e aeroviários da base da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da CUT (FENTAC) vão avaliar em assembleias, na terça-feira (27), a proposta mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em audiência de conciliação entre a FENTAC, os sindicatos filiados e as empresas aéreas. Até lá, a paralisação das categorias está suspensa. A sessão foi mediada pelo vice-presidente do Tribunal, ministro Ives Gandra Filho, e aconteceu na tarde de sexta-feira (23), em Brasília.

    A proposta, que foi acordada entre as partes, determina reajuste salarial de 7% retroativo à data-base das categorias (1º de dezembro), respeitando o teto de R$ 10 mil para aeroviários; 8,5% de reajuste no vale-alimentação(aeronautas e aeroviários), vale-refeição de aeroviários e nas diárias de aeronautas, além de um reajuste no teto do vale alimentação (para ambas categorias) para o valor de R$ 4 mil – esses reajustes entrariam em vigor a partir de 1º de fevereiro.

    Durante a audiência, os aeronautas manifestaram que sua maior preocupação é com relação ao desgaste do pessoal de bordo e às condições de trabalho. "Nossa jornada chega a 12 horas de trabalho", afirmou o diretor jurídico do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Marcelo Ceriotti. A categoria reivindica a implementação da legislação internacional relativa a repousos e descansos, "em face das escalas desumanas operadas pelas companhias aéreas brasileiras".
    O diretor da Federação, Orisson de Souza Melo, e presidente do Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos (Sindigru) abordou a necessidade de discutir um piso salarial para os agentes de check-in.

    Com relação a essas duas situações, a proposta do TST prevê um prazo de 90 dias (até 1ª de junho) para que a empresa e os trabalhadores instituam comissões de estudos para estudar, discutir e apresentar à Vice-Presidência termos aditivos ao acordo.

    No caso dos aeronautas, o objeto de estudo serão as folgas, escala de madrugada, sobreaviso e reserva, horas de solo, tabela de jornada de trabalho, limites de horas e diárias internacionais. Para os aeroviários, a comissão discutirá a fixação do piso salarial para os agentes de check-in. "São temas muito sensíveis, que pretendemos resolver num prazo que considero exíguo, para atender a reivindicação das categorias por meio de um aditivo ao acordo", explicou o vice-presidente.

    Multa e retaliações
    Segundo ainda a proposta do TST, as empresas aéreas se comprometem a não cobrar a multa imposta pelo não cumprimento dos 80% de manutenção dos serviços, em caso de aprovação do acordo nas assembleias, e  também “não poderão fazer nenhuma retaliação” a curto, médio e longo prazo para quem participou da paralisação nacional, do dia 22, podendo compensar essas horas, sem desconto no salário.

    Fonte: Com informações da Fentac

     






    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h52
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    Resultado de 4 DNA juntos e misturados

    Foto de Magnus Popó Augusto Macêdo.

     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 12h45
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    Opinião de Dora Kramer

    Estranha no ninho - Dora Kramer

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    Ninguém defende a presidente Dilma Rousseff, nem ela. É esquisito que no início do mandato, com quatro anos de governo pela frente e uma oposição fortalecida pelo resultado das urnas, o PT se dê ao desfrute a desagregação em praça pública.

    Foto: Ueslei Marcelino/Reuters/VEJA

    Dilma, a mal amada

    De repente as coisas mudaram no país: onde não havia oposição, hoje o que não há é situação. O PT, partido do governo, se comporta como se oposicionista fosse. Ninguém defende a presidente Dilma Rousseff, nem ela.
    Seu mentor e antecessor, Luiz Inácio da Silva, arquiteto da guinada na condução da política econômica – alvo principal da fúria petista – tampouco se manifesta no sentido de reunir a tropa dispersa e cada vez mais estridente nas críticas à presidente.
    Circunstância até certo ponto natural não fossem o centralismo e a disciplina partidária características fortes do PT. O partido briga internamente, mas externamente sempre esteve unido principalmente quando o caso era a defesa do projeto de poder. Daí a singularidade da existência de focos de resistência explícita ao governo.
    São vários. Aparecem em declarações de militantes, de parlamentares, de avaliações formais de correntes do partido preocupadas com os efeitos de medidas ortodoxas para a imagem do PT (preocupação que não tiveram em relação aos escândalos de corrupção) e agora até na movimentação de José Dirceu, conforme revelou a repórter Vera Rosa na edição de ontem do Estado, para criar um grupo dentro do PT com a finalidade de confrontar a condução do governo Dilma Rousseff.
    É de se perguntar aonde quer chegar o partido. Aliás, não fica claro se há estratégia conjunta ou não. Mas é esquisito que no início do mandato, com quatro anos de 
    governo pela frente e 
    uma oposição fortalecida pelo resultado das urnas, o PT se dê ao desfrute a desagregação em praça pública.
    E o mais esquisito é que isso seja provocado por reação a uma atitude de Dilma conduzida por aconselhamento de Lula, a nomeação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. Indicado para corrigir os equívocos cometidos por ela, é verdade. Mas Dilma Rousseff foi invenção de quem? Pois é. Então nessa revolta toda, justiça se faça, há um sujeito oculto a pagar a conta junto com a presidente.
    Cizânia
    Segunda-feira senadores de oposição vão se reunir com um grupo de dissidentes do PMDB para discutir a viabilidade do lançamento de uma candidatura à presidência do Senado para disputar com Renan Calheiros.
    Os nomes dos pemedebistas são mantidos em sigilo a fim de evitar “ataques” do Palácio do Planalto. Entre eles há gente que até outro dia integrava o primeiro escalão do exército governista.
    Ligação direta
    O fato de o deputado Júlio Delgado (PSB) ser o terceiro colocado no ranking dos candidatos à presidência da Câmara não subtrai importância às suas propostas. Ao contrário.
    Enquanto o favorito Eduardo Cunha (PMDB) e seu oponente Arlindo Chinaglia (PT) prometem aumento de verbas, gabinetes mais confortáveis e se digladiam nas questões relativas à interferência do Palácio do Planalto na disputa, Delgado prefere falar à sociedade.
    “Minha plataforma é simples: precisamos voltar ao tempo em que o deputado não tinha vergonha de ser parlamentar.” E como se faz isso? Segundo ele, exercendo o poder do presidente para, em primeiro lugar, não deixar que a pauta da Câmara seja ditada pelos Poderes Judiciário e Executivo. Depois, estabelecer um dia em que seriam votados exclusivamente projetos de iniciativa de deputados. Além disso, dar ao Conselho de Ética o poder de convocar testemunhas, no lugar de fazer apenas convites. Encarar com seriedade a proposta de reforma política, interditar quaisquer propostas que representem ameaça à liberdade de expressão e atuar permanentemente em “conexão com os interesses da sociedade”.
    Na opinião de Júlio Delgado não há saída: 
    “Ou mudamos ou seremos mudados”.
     
    Fonte: O Estado de S. Paulo - 23/01/15
     

     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 08h26
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    Opinião de Eliane Cantanhêde

    Oremos! - Eliane Cantanhêde

    migueljcAtarantado, o governo não diz coisa com coisa. Quando dez Estados e o Distrito Federal ficaram às escuras, foi reunião daqui, entrevista dali, e nada de uma explicação confiável e de anúncio de providências sérias. 
    Político, o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, botou vagamente a culpa numa tal "falha técnica ou humana" e saiu-se com essa, que já entra para os anais do reinício do mandato Dilma: Deus é brasileiro, vai dar um jeito de mandar frio e chuvas e salvar a Pátria. 
    Técnico, o diretor geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chip, foi mais realista: com esse calorão, dispara o uso de ar-condicionado, ventilador, chuveiro e máquina de lavar e houve um pico de consumo que o sistema não suportaria. E, já que não suportaria, teve de ser desligado preventivamente. 
    O político nega e o técnico confirma que a geração não está dando conta do recado e o resultado é que houve um apagão para evitar um risco de apagão (?!). O que nenhum dos dois disse, mas ocorria naquele mesmo dia, é que o gigante Brasil foi bater na porta da encalacrada Argentina, de pires na mão, para pedir um pouco de energia emprestada. 
    E se o ONS não tivesse desligado preventivamente o sistema em quase metade das unidades da Federação? E se não tivesse pedido socorro à Argentina? Dá até para saber o que poderia acontecer, mas não o nome que isso teria no dicionário da presidente. De apagão e de racionamento não se pode falar, nem pensar alto... 
    Segundo dados do próprio ONS, 85% das hidrelétricas estão com níveis de água inferiores aos que registravam durante o apagão do governo Fernando Henrique, em junho de 2001. No Sudeste e no Centro Oeste, responsáveis por cerca de 70% da capacidade de geração de energia do País, os níveis dos reservatórios bateram em 17,63%. No apagão, tinham 28,55%. E todo dia tem novo recorde de consumo. 
    As termelétricas estão trabalhando a todo vapor, apesar de serem muito mais caras que as hidrelétricas e só servirem como Plano B, como complementação. O Plano B está virando Plano A. 
    Feia a coisa, mas o mais incrível é como o setor público é capaz de bater cabeça - e de cometer erros. Outro dado rapidamente, para não cansar, é o desperdício de 37% da água tratada no Brasil. Só em São Paulo, que vive uma alarmante falta de água, o desperdício em 2013 foi de 34,3%. Os cidadãos ficam sem água aqui, e o setor público joga fora água tratada ali.
    Por quê? Por falta de planejamento, infraestrutura, investimento, manutenção, treinamento de pessoal. Em outras palavras, por descaso mesmo, num país que desperta inveja no mundo inteiro por ser uma potência hídrica. E não adianta rezar para Deus. Nem para Cristina Kirchner. 
    Nos Andes. Aliás, por onde anda a presidente da República durante essa confusão toda, de crise de energia, de aumento de juros, de crédito mais caro para as pessoas físicas e de insubordinação no PT? Em Davos, atraindo investidores? Não. Dilma está em La Paz para a posse do presidente Evo Morales, que não tem a menor novidade: a Bolívia fica aqui do lado e essa posse de Morales nem foi a primeira nem será a última.
     
    Fonte: O Estado de S. Paulo - 23/01/15
     

     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 08h17
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    Sorriso golgate do Levy

    O sorriso do doutor Levy - Maria Helena R R de Sousa

    joaquim levy
    Joaquim Levy, ministro da Fazenda 

    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anuncia aumento de tributos nesta segunda-feira (19) (Foto: Agência Brasil)

    Risadinha Quinzinho %
    Em ‘Torresmo à Milanesa’, Adoniran e Carlinhos Vergueiro falam de dois operários que na hora do rango pegam suas marmitas e sentam num canto para comer e “conversar sobre isso e aquilo, coisas que nóis não entende nada...”

    Eu também falo do que não entendo, Economia. Não entendo, é verdade, mas sofro!

    O Palácio do Planalto custa uma pequena fortuna ao Tesouro Nacional.  O que não falta à dona Dilma são auxiliares. Pensantes ou não. E ainda tem o AeroLula às suas ordens, que ela usa como bem lhe aprouver, como se fosse um fusqueta da família Rousseff.

    Nossa máquina pública é caríssima. 39 ministérios com toda a bagagem que isso implica, dos gabinetes aos altos salários e mais os generosos adicionais; um Congresso que pode passar mais de um ano sem que ouçamos a voz de todos os seus membros: são 513 deputados federais e 81 senadores, num total de 594 gabinetes, não sei quantos assessores e secretárias, planos de saúde de alta voltagem, carros de luxo com motoristas, auxílio-moradia e, o que mais me irrita, viagens semanais aos seus estados de origem, para visitar as bases... Só quem já viveu numa dessas bases e sabe o que eles fazem lá de quinta a segunda é que pode avaliar o que isso significa!

    Confesso que estou revoltada e indignada. Fomos iludidos por dona Dilma na campanha e agora estamos sendo punidos pelos erros que ela, o PT e partidos coligados cometeram. Não fomos nós, a sociedade como um todo, que estraçalhamos a estrutura econômica do Brasil. Mas somos nós que vamos pagar a conta!

    O ministro Joaquim Levy disse, com todas as letras, que é imprescindível arrumar a casa. O país está numa recessão que ainda pode nos custar muito caro. Precisamos recuperar a credibilidade do Brasil diante do mundo para poder retomar o crescimento.

    Tudo bem, não há como duvidar de suas palavras. Mas quem devia se dirigir à Nação para nos informar e se desculpar, era ela, a presidente. Ela é a responsável. Quem tem que assinar essa promessa é ela e não ele. Ele é demissível ad nutum, ela não.

    Não me parece justo que paguemos pelo esbanjamento aloprado do governo Dilma I. Não seria mais correto apertar o cinto do governo? Congelar as benesses que favorecem os altos funcionários da administração? Fazer o Congresso ver que a paciência dos brasileiros pode estar se esgotando?

    Até quando vamos tolerar impostos de primeiro mundo e serviços de quinto mundo?

    Dona Dilma falava daquele país idílico que ela administrava sempre enfezada, de mau humor. Já o doutor Levy nos mostra um cenário triste, feio, assustador, onde ser feliz vai ser complicado.  Mas ele o faz com um sorriso tão simpático...

    Governo novo, ideias novas, lembram?  Viram qual era a novidade? O sorriso em vez da carranca!


    Fonte: Blog do Noblat

     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 06h43
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    Argentinos vão a rua para protestar pela morte do Promotor Federal Alberto Nisman

     

    00rs0122arsSuspense argentino - Gazeta do Povo - PR 




    A presidente argentina, Cristina Kirchner, já deu muitos motivos para que os argentinos tomassem as ruas de seu país protestando contra seu governo. Nesta semana, o povo voltou a protestar, já com o slogan na ponta da língua: Yo soy Nisman – “eu sou Nisman”, em referência ao promotor federal Alberto Nisman, encontrado morto em circunstâncias muito suspeitas. A pressa do governo em afirmar que se tratou de suicídio e revelações posteriores da investigação da morte tornam quase impossível convencer a população que tomou a Praça de Maio na segunda-feira de que não se tratou de um caso clássico de queima de arquivo.
    Em 18 de maio de 1994, a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) foi alvo de um atentado a bomba que matou 85 pessoas e feriu outras 300. As investigações sobre o ataque apontaram como culpado o governo iraniano, e como executor o grupo terrorista Hezbollah. No entanto, até hoje nenhum dos acusados pelo ataque (alguns deles, funcionários da representação diplomática iraniana na Argentina à época do atentado) foi julgado ou punido, apesar de haver ordens de captura emitidas pela Interpol – pelo contrário, alguns deles chegaram a assumir posições de importância no Irã, a ponto de terem se candidatado às eleições presidenciais de 2013 naquele país.
    A principal denúncia do promotor Nisman – e aquela que, suspeita-se, está por trás de sua morte – tem a ver com uma reviravolta na postura do governo argentino em relação ao Irã. Se antes a Casa Rosada pressionava por punição, a ponto de o falecido presidente Néstor Kirchner ter denunciado publicamente o Irã durante a Assembleia Geral da ONU em 2007, mais recentemente o governo argentino parecia querer apaziguar as hostilidades. Em janeiro de 2013, a Argentina, já com Cristina Kirchner na Presidência, assinou um memorando de entendimento com o Irã que incluía a criação de uma “comissão da verdade” para investigar o atentado. A comunidade judaica se opôs a esse acordo e foi à Justiça, com apoio de Nisman. Em maio de 2014, o memorando foi declarado inconstitucional.
    Poucos dias antes de morrer, Nisman havia entregue sua denúncia: apoiado em horas sem fim de gravações, o promotor afirmava que o memorando de 2013 era resultado de uma operação de acobertamento liderada por Cristina Kirchner e seu chanceler, Héctor Timerman. A “comissão da verdade” seria um teatro destinado a inocentar os iranianos com posições de destaque no governo de Teerã, e em troca as relações entre os dois países ganhariam um impulso que seria muito bem-vindo por parte da Argentina, cada vez mais isolada no comércio internacional e desesperadamente necessitada de dólares.
    Nisman foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, na madrugada de segunda-feira, o mesmo dia em que ele deveria ir ao Congresso argentino para depor a respeito da denúncia que havia oferecido. As autoridades, na pressa de tratar o caso como suicídio – a própria Cristina Kirchner se manifestou nas mídias sociais nesse sentido –, foram traídas pelos fatos: não havia bilhete de despedida (pelo contrário, havia uma lista de compras para a empregada); nenhum dos agentes da Polícia Federal que faziam a escolta de Nisman estava no local na hora da morte; e não havia vestígios de pólvora nas mãos do promotor (embora isso possa acontecer no caso do tipo de pistola encontrada ao lado do corpo de Nisman). O secretário nacional de Segurança, Sergio Berni, está sendo denunciado por aparecer no apartamento de Nisman antes mesmo da chegada da promotora e do juiz responsáveis pelo caso. A força dos indícios é tanta que Cristina mudou sua própria versão e, na manhã de ontem, escreveu no Twitter: “Estou convencida de que não foi suicídio”.
    Cristina Kirchner está em seu segundo mandato e não poderá disputar a eleição presidencial de outubro. Sua passagem pela Presidência foi marcada por uma política econômica que fez a Argentina regredir em vários sentidos: os índices de inflação são maquiados grotescamente e ocasionalmente há escassez de produtos nos mercados, resultado de um protecionismo irracional que vem fazendo a Argentina perder disputas na Organização Mundial do Comércio. Por mais que não haja provas de envolvimento ou cumplicidade da Casa Rosada na morte de Nisman, na voz das ruas um governo que os argentinos já consideravam incompetente agora ganha a pecha de criminoso.

     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 06h32
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    O Carnaval se aproxima...É em fevereiro!!!

    Henricão - cantor, compositor e ator

    Henrique Felipe da Costa

     11/1/1908 Itapira, SP 
     11/6/1984 Rio de Janeiro, RJ Rio de Janeiro, RJ


    Henrique Felipe da Costa é o nome de batismo do ator, compositor e intérprete "Henricão" (Itapira - SP - 11 de janeiro de 1908 / Rio de Janeiro - RJ - 11 de junho de 1984).

    De origem humilde, foi motorista particular em São Paulo e, na área artística, cantou em circos, parques de diversão, festas populares no Nordeste e foi até ator, quando, na década de 50, interpretou o escravo rebelde Justino de "Sinhá Moça", filme de Tom Payne. Na televisão, Henricão particou das novelas "O Tronco do Ipê"(1982), "Os Imigrantes" (1981), "O Direito de Nascer" (1978) e do seriado "Vigilante Rodoviário". Recebeu sete prêmios como ator.

    A grande paixão de Henricão era a Escola de Samba Vai-Vai, que ele viu ser fundada como cordão carnavalesco e para a qual compôs vários sambas, inclusive, o primeiro de 1928: "Quem vive aborrecido distrai no Bloco Carnavalesco Vai Vai". Também de sua autoria foi o samba de 1929, que dizia "O Vai Vai na rua faz tremer a terra / Quem está ouvindo e não vê / Chega a pensar que é guerra".

    Foi o primeiro Rei Momo negro da história do Carnaval Paulista, em janeiro de 1984, pouco antes de falecer, aos 76 anos e com 130 quilos.

    Foi o descobridor de Carmen Costa, com quem formou dupla desde 1938 até o início dos anos 1940. Com ela apresentou-se em várias feiras de amostras e gravou alguns sucessos como "Onde está o dinheiro", dele próprio, "Dance mais um bocado", dele e Príncipe Pretinho, grande sucesso em 1940 e "Samba, meu nego", de Buci Moreira e Miguel Bastos.

    Compôs, com Nelson Cavaquinho e Rubens Campos, o primeiro samba gravado de Nelson Cavaquinho, interpretado por Alcides Gerardi: "Não faça vontade a ela".

    É autor de vários sucessos gravados por Carmen Costa, como "Só vendo que beleza", em parceria com Rubens Campos, sucesso em1942 e "Está chegando a hora", também em parceria com Rubens Campos, música que se tornou um dos maiores sucessos de carnaval de todos os tempos, além de ser cantada pelas torcidas dos times vencedores em jogos de futebol, vôlei e basquete, quando a partida está terminando. "Está chegando a hora" é uma versão para a música mexicana "Cielito Lindo".

    Na década de 1980, voltou a reeditar sua dupla com Carmen Costa, chegando a gravar pelo Estúdio Eldorado um LP intitulado "Henricão - Recomeço" (foto abaixo), que teve pouca repercussão.

    "Está chegando a hora", composição em parceria com Rubens Campos


    Link vídeo (clique e veja)

     

    Está chegando a hora com Henricão e Carmen Costa (Homenagem a Henricão) YouTube

     

     

     

     




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 05h25
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