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    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 03h23
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    Desopilando o fígado

    Foto de Cinesio Rocha.
    Foto de Cinesio Rocha

    CÊ ACARMÔ???

    Numa cidadezinha do interior, seu Benedetti, mineiro de Jacutinga dono de um alambique, com seu Corcel 76 bate numa Ferrari novinha em folha, de um... fazendeiro da região.

     O dono da Ferrari sai do carro uma fera, em cima do mineiro, que então diz:

     'Carma moço, tudo se resorve...'

     - 'Resolve nada seu '&*¨%$#@*&¨&*$!!!!'

     - 'Carma... toma aqui uma pinguinha que é da minha chácara... e é da boa e o sinhô vai si acarmá'...

    O cara toma uma.

    - Cê'Acarmô?

    - Acalmei nada, porra nenhuma, seu #$%¨&*&¨*%$#!!!'

    - Entonce toma mais uma... que vai se carmá e miorá...

     E assim foi... depois de uma meia dúzia o mineiro diz:

     - 'Miorô'?... e 'Acarmô'?

     - 'Sim... agora sim!'

     - 'Intão agora nóis vamu sentá aqui... chamá a puliça prá fazê o tar di bafômetro i vê quem tá errado'!!!


     


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 03h22
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    R$ 40 milhões, o valor do primeiro lote de pagamento, entregue pelo TRT, a funcionários da extinta Vasp que entraram com ações trabalhistas

    Justiça libera R$ 40 milhões em 1º lote a ex-funcionários da Vasp
     
    Processos tramitam na Justiça do Trabalho há mais de 10 anos.

    Primeiro alvará de pagamento será destinado a 619 processos.

    Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo
    Aeronaves da Vasp em Congonhas (Foto: Daigo Oliva / G1)
    Vasp teve a falência decretada em 2008 e teve
    aeronaves leiloadas (Foto: Daigo Oliva / G1)

    O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, entrega nesta quinta-feira (3) o primeiro lote de pagamento, no valor de R$ 40 milhões, a ex-funcionários da extinta Vasp que entraram com ações trabalhistas contra a aérea antes da empresa ter a sua falência decretada em 2008. Ao todo, serão beneficiadas cerca de 600 famílias.

    "Para que os valores pudessem ser transferidos, dezenas de recursos, impugnações e incidentes levaram o caso, inclusive, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), e finalmente decidiu-se em favor dos trabalhadores", informou o TRT-2, em comunicado.

    A intenção da Justiça é que até o final de 2015 sejam liberados R$ 312 milhões - valor levantado após a venda de fazendas pertencentes ao grupo do ex-controlador da Vasp Wagner Canhedo.

    Atualmente, chegam a cerca de 8 mil o número de ex-funcionários da aérea que lutam na Justiça para receber indenizações trabalhistas. Ao todo, 5.222 ações foram movidas por ex-trabalhadores da companhia aérea no TRT2-2, além de outros 1.285 processos abertos no restante do país.

    1º lote de pagamento


    O primeiro alvará de pagamento será a destinado a 619 processos conduzidos pelo advogado Carlos Duque Estrada, representante do Sindicato dos Aeronautas e Aeroviários, envolvido na questão desde 2000, data da abertura da primeira ação civil pública contra a Vasp.

    Segundo o advogado, as ações foram abertas basicamente por não pagamento de direitos trabalhistas como FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), horas extras, salários atrasados e verba recisória. No lote, há casos abertos ainda na década de 70.

    "É a primeira vez na história da Justiça do Trabalho que é pago um volume muito grande de ações trabalhistas de uma única vez com valores arrecadados de bens que não pertencem a massa falida", destaca Duque Estrada, citando a venda das Fazendas Piratininga, Rio Verde e Santa Luzia, pertencentes ao Grupo Canhedo Azevedo.

    "É também a primeira vez na história da aviação brasileira que os trabalhadores de uma empresa falida recebem", acrescenta o advogado, lembrando que até então apenas os trabalhadores que ficaram na Vasp até a decretação da falência tinham conseguido receber indenizações na Justiça.

    "Essas que estão sendo pagas agora são para pessoas que nunca receberam nada, que estão há mais de 10, 20, 30 anos esperando para receber alguma coisa", explica o advogado.

    Vasp teve falência decretada em 2008


    A Vasp entrou em processo de recuperação judicial em 2005 e, em setembro de 2008, teve a sua falência decretada. Na época, estimativas apontavam que a dívida da companhia oscilava entre R$ 3,5 bilhões e R$ 5 bilhões.

    Wagner Canhedo ex-dono Vasp preso (Foto: Reprodução/TV Globo)
    Wagner Canhedo ex-dono Vasp chegou a ser preso
    (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Em 2012, o ex-presidente da Vasp, Wagner Canhedo, foi condenado pela Justiça federald e São Paulo a oito anos, oito meses e 17 dias de prisão por crime de apropriação indébita de contribuição previdenciária, mas obteve o direito de recorrer em liberdade.

    Em 2013, Canhedo também foi condenado pela Justiça de Santa Catarina por fraude fiscal, mas foi solto após pagamento da dívida com o estado.

    Segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), o passivo trabalhista da Vasp em valores atualizados passa hoje de R$ 1,6 bilhão.

    Em razão do grande número de trabalhadores que ingressaram com ações na Justiça contra a empresa, o TRT criou em 2008 uma unidade para receber e julgar todos os processos contra a Vasp. A unidade chama-se Juízo Auxiliar em Execução – também conhecido como “Vara Vasp”).

    Conforme decisão de maio do juiz Fábio Augusto Branda, há nos autos atualmente cerca de R$ 312 milhões obtidos com a venda judicial de fazendas, com perspectiva de se obter ao final, depois de transitado em julgado o que ainda está pendente, o valor de R$ 550 milhões.

    O juiz determinou que liberação dos pagamentos ocorra em lotes limitados, nesta primeira fase, a 150 salários mínimos por credor (R$ 118.200). A expectativa da Justiça é que, por este critério, mais de 3 mil processos sejam quitados no curto prazo. Em seguida, será feita a liberação de valores ente 151 e 400 salários mínimos e, depois, para os processos com valores acima de 400 salários minimos.


     

     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 20h03
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    Comandante José Américo lança um novo livro de Aviação

    Os Pequenos Milagres
     
    Os Pequenos Milagres
     
    José Américo C Medeiros  
     
    As memórias de um Piloto de Linha Aérea desde a sua infância à sua aposentadoria, trazendo um mundo apenas presumido na profissão de aeronauta.
     
    Após muito trabalho e dedicação ouso apresentar-lhes o meu livro, publicado pela Editora "Clube dos Autores. Acima de tudo é uma tentativa, em prosa poética, de contar alguns fatos interessantes que a minha memória insiste em revelar "Os Pequenos Milagres - Memórias de um Piloto de Linha Aérea".
     
    Agradeço!
     

     
    José Américo, antigo comandante de voo
     
    Mini 
     
    José Américo C Medeiros

    José Américo Cabral Medeiros tem‭ ‬68‭ ‬anos e é natural de São Luiz Gonzaga‭ ‬-‭ ‬RGS‭; ‬Ao final do ano de‭ ‬1969‭ ‬mudou para a cidade do Rio de Janeiro,‭ ‬onde viveu até julho de 2015. Atualmente mora em Timbó - SC.

    Casado com Silvia,‭ ‬é Comandante de Linha Aérea Aposentado e Instrutor de Voo,‭ ‬tendo voado na Varig,‭ ‬Vasp,‭ ‬Rio Táxi Aéreo,‭ ‬Líder Táxi Aéreo,‭ ‬Pégasus Escola de Aviação,‭ ‬Escola Livre de Aviação ‬-‭ ‬ELA,‭ ‬Aeroclube do Rio Grande do Sul ‬-‭ ‬ARGS.‭ ‬Seus textos,‭ ‬muitos nascidos nos pernoites dos seus voos,‭ ‬foram influenciados pelas leituras dos escritores brasileiros,‭ ‬especialmente os ‬gaúchos e ‬baianos e pela leitura do mundo através ‬da sua generosidade...

     
     
     
    Número de páginas: 201

    Edição: 1(2015)

    Coloração: Preto e branco

    Acabamento: Brochura c/ orelha
     
     


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 15h31
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    Fundador do PT pede impedimento da presidente Dilma

     17o. PEDIDO DE "IMPEACHMENT" DE DILMA. O PRIMEIRO SUBSCRITO POR UM EX-MILITANTE HISTÓRICO DO PT
     
    Para o jurista Hélio Bicudo, Dilma cometeu crime de responsabilidade
     

     

     

    O jurista Hélio Pereira Bicudo, 93 anos, um dos fundadores do PT, em 1980, apresentou à Câmara dos Deputados um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
     
    Além dele, Janaína Conceição Paschoal também assina o pedido.
     
    Na peça, ele destaca supostos crimes de responsabilidade fiscal da presidente, como é o caso das "pedaladas fiscais" que devem ser julgadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) ainda este mês.
     
    Antes da prefeitura paulistana, Bicudo foi deputado federal (1990-1994). Hélio Bicudo foi vice-prefeito de São Paulo de 2001 a 2004, durante a gestão de Marta Suplicy. Ele foi filiado ao PT de 1980 a 2005 e está sem partido desde então.
     
    Em 2010, anunciou apoio a Marina Silva. Bicudo, é formado em direito pela USP (Universidade de São Paulo) e foi procurador de Justiça.
     
    Na peça, Bicudo afirma que presidente da República atentou contra a probidade administrativa por "não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados" e por "proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo".
     
    O jurista ainda destaca o episódio sobre a refinaria de Pasadena, nos EUA, quando ela era presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Ele afirma que ela "deu como desculpa um equívoco relativo a uma cláusula contratual. À época, muitos indagaram se essa suposta falha não infirmaria a fama de competência e expertise na seara de energia, porém, ninguém teve a audácia de desconfiar da probidade da Presidente".
     
    Porém, ele destacou que esta foi apenas a "ponta do iceberg", pois a Lava Jato ocorreu e realizou uma devassa em todos os negócios feitos pela Petrobras. "Para a infelicidade do país, os prejuízos havidos com Pasadena ficaram pequenos diante do quadro de descalabro que se descortinou", afirmou.
     
    Ele prossegue sobre o desenrolar da Operação que investiga a corrupção na Petrobras e afirma: "reforça o entendimento de que a Presidente da República agiu com dolo o fato de ela sempre se mostrar muito consciente de todas as questões afetas ao setor de energia, bem como aquelas relacionadas à área econômica e financeira.
     
    Ademais, além de ser economista por formação, a dirigente máxima do país ocupou cargos umbilicalmente relacionados ao setor de energia, não sendo possível negar sua personalidade centralizadora. Em análise bastante minuciosa, o jornalista, escritor e político Fernando Gabeira, mostra bem que só pode alegar falta de elementos para o Impeachment quem não concatena os fatos".
     
    Assim, ele afirma que o caso é grave e, por isso, lança-se mão de medida drástica, extrema, porém, constitucional [o impeachment].  "Apresentar esta denúncia constitui verdadeiro dever de quem estudou minimamente o Direito, sobretudo em seus ramos Constitucional, Administrativo e Penal", afirmou.
     
    "À Câmara dos Deputados Federais rogamos que coloque um fim nesta situação, autorizando que a Presidente da República seja processada pelos delitos perpetrados, encaminhando-se, por conseguinte, os autos ao Senado Federal, onde será julgada para, ao final, ser condenada à perda do mandato, bem como à inabilitação para exercer cargo público pelo prazo de oito anos, nos termos do artigo 52, parágrafo único, da Constituição Federal. É o que ora se requer!", afirma.
     
    Segundo ele, renomados juristas proferiram pareceres favoráveis à instalação do processo de Impeachment e à perda do cargo da Presidente da República, sugerindo, no entanto, que seus crimes de responsabilidade seriam de natureza culposa e que ela teria sido apenas negligente ao não responsabilizar seus subalternos.
     
    "Com todo respeito a esses nobres pareceristas, com os quais ora se concorda acerca do cabimento e procedência do Impeachment, nesta oportunidade, afirma-se que tudo indica ter a denunciada agido com dolo, pois a reiteração dos fatos, sua magnitude e o comportamento adotado, mesmo depois de avisada por várias fontes, não são compatíveis com mera negligência", afirmou.
     
    Para Bicudo, a moralidade precisa ser resgatada para que o "cidadão que paga seus impostos, que luta para educar e alimentar seus filhos, não sinta vergonha de ser brasileiro".

    Com informações do InfoMoney 


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 14h39
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    O voo do Junior: conheça o novo diretor da ANAC

     Junior decola
     JULIA DUAILIBI MOSTRA QUEM É O NOVO DIRETOR DA ANAC (AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL)
     
     

    O que a aviação brasileira pode esperar do genro do senador

          Desde que começou a funcionar, em 2006, em substituição ao antigo DAC (Departamento de Aviação Civil), a Anac viveu dias, se não de glória, ao menos de fama. Houve uma época em que fotos de sua diretoria rendiam primeira página de jornal. Em 2007, por exemplo, Denise Abreu, diretora indicada por José Dirceu, apareceu fumando um charuto na festa de casamento da filha de Leur Lomanto, diretor indicado, já naquela ocasião, pelo PMDB. As baforadas ocorriam durante o caos aéreo pelo país. Quatro meses depois, um Airbus da TAM explodiu num prédio ao lado do Aeroporto de Congonhas, matando 199 pessoas.

     
     No dia 6 de março de 2011, um helicóptero branco, modelo Esquilo, com apenas dois anos de uso, caiu em Goiás. Além do piloto, estavam o jovem advogado Ricardo Fenelon das Neves Junior, então com 24 anos, e sua namorada, a estudante de direito Marcela Paes de Andrade Lopes de Oliveira, de 22 anos, filha do senador Eunício Lopes de Oliveira (PMDB-CE), dono da aeronave. As investigações apontaram combustível adulterado. Junior foi quem recomendou um aeródromo no interior do estado para abastecer o aparelho, mesmo sabendo que o local não era homologado pelas autoridades da aviação civil. Ocorre que não se deve julgar alguém apenas por não saber avaliar a qualidade de combustíveis. No mês passado, Junior foi indicado diretor do principal órgão fiscalizador da aviação civil do país, a Anac.

    O desafortunado incidente aéreo ocorreu durante o Carnaval de 2011, quando os dois namorados resolveram viajar para o interior de Goiás. Depois de dois dias em Três Ranchos, cidade perto da fronteira com Minas Gerais, decidiram visitar a Fazenda Santa Mônica, uma gigante de 21 mil hectares (o equivalente a 21 mil campos de futebol), incrustada no centro do estado, em Corumbá de Goiás. A fazenda está entre os setenta imóveis rurais que o senador Eunício tem na região – há quem diga que ele é o “dono” de Corumbá de Goiás.

    O trajeto de 373 quilômetros entre Três Ranchos e Santa Mônica seria feito a 170 quilômetros por hora, no helicóptero de Eunício, cujo prefixo PR-ELO remete às iniciais de seu nome. A aeronave estava registrada como propriedade de uma de suas empresas, que só no ano passado receberam pelo menos 85 milhões de reais em contratos com o governo federal.

    Antes da viagem, porém, era preciso abastecer o aparelho. O piloto foi checar o Manual Auxiliar de Rotas Aéreas e percebeu que no percurso não havia nenhum posto homologado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Afeito a desafios, Junior veio com a solução. O genro de Eunício sempre teve gosto pela aviação – foi estagiário da Procuradoria da Anac e até pouco tempo mantinha um blog sobre o tema, o Hangar20 – e logo informou que no caminho da fazenda havia o insuspeito Aeródromo de Catalão. O local, em obras desde 2009, ainda não fora homologado pelas autoridades para realizar abastecimento. Mas tudo bem. Dava para arriscar. Junior passou os contatos para o piloto.



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 11h44
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    O voo do Junior: conheça o novo diretor da ANAC (final)

    No dia 6 de março, domingo de Carnaval, a aeronave pousou no Aeródromo de Catalão, no final da tarde. O abastecimento durou poucos minutos, e logo Junior e Marcela estavam de novo no ar. Após uma hora e quinze minutos de voo, uma luz acendeu. Fuel Filter, avisou o sistema do helicóptero. Problemas com o filtro de combustível. O piloto diminuiu a potência do motor, mas não adiantou. Alarmes sonoros apitavam na cabine, a aeronave precisaria fazer um pouso de emergência. O piloto pôs-se a procurar um local, mas não deu tempo. A poucos metros de altura o motor parou e a aeronave de 1,2 tonelada e 8 milhões de reais foi ao chão. Após chocar-se contra a terra, deslizou por 13 metros e foi parar num descampado, já na Fazenda Santa Mônica. Não levaria muito até que dois outros helicópteros chegassem às terras de Eunício para prestar socorro –um do Detran do Distrito Federal, embora o acidente tenha sido em Goiás, e outro do Corpo de Bombeiros. O piloto fraturou três vértebras; Marcela, uma, e teve de ser operada. Junior saiu ileso. 

    No começo de julho, quatro anos depois do acidente que quase causou a morte de três pessoas, ocorreu o segundo pouso forçado na vida de Junior. Ele foi indicado pelo sogro para ocupar uma das cinco diretorias da Anac, órgão responsável pela segurança de 117 milhões de passageiros por ano. Além do funcionamento de todos os aeroportos, de Guarulhos a Macapá, a agência fiscaliza a atuação de pilotos, determina quais aeronaves podem voar e regula os trâmites da aviação privada e das companhias áreas – não à toa, seus corredores já foram palco da ação de lobistas em prol dos interesses das aéreas nacionais.

    Se o Senado aprovar seu nome em votação ainda em agosto, Junior receberá umsalário de 14 376,03 reais e a garantia de emprego fixo pelos próximos cinco anos – o cargo não é passível de demissão, só em caso de condenação transitada em julgado. Também poderá influenciar na discussão de questões críticas sobre a aviação civil do país e, ao final de sua gestão, sairá no mínimo com coordenadas para um eventual voo solo na iniciativa privada.

    Junior teve seu plano de carreira traçado pelo sogro. O senador tem bom trânsito na Secretaria de Aviação Civil (SAC), feudo do PMDB e à qual a Anac está vinculada. A pasta, criada em 2011, foi entregue ao partido em 2013, numa tentativa de satisfazer o apetite peemedebista por cargos. Da SAC, o nome do genro de Eunício voou até o Palácio do Planalto, onde ficou à espera de uma decisão de Dilma, que não é das mais ágeis nas indicações do segundo escalão.

    Enquanto o currículo aguardava a chancela da presidente nos escaninhos da Casa Civil, Junior foi promovido: passou de namorado a marido de Marcela. No dia 20 de junho, os dois se casaram numa cerimônia com mais de mil pessoas, na casa do senador, às margens do lago Paranoá. Junior, filho de uma dentista e de um dermatologista de Brasília, aguardava sorridente a noiva no altar – construído nos jardins da casa do sogro –, sob o olhar de Dilma, do vice, Michel Temer, e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Marcela surgiu no tapete amarelo, num vestido clássico assinado por Oscar de la Renta. Uma das mãos segurava a do pai, a outra, um buquê de rosas brancas e um terço. Treze dias depois da festa, o currículo foi finalmente desengavetado pela Presidência e aterrissou no Senado. 

    O genro de Eunício cursou direito na UniCEUB, uma universidade privada de Brasília. Não se trata exatamente de uma instituição na qual se formam os luminares da jurisprudência nacional, de modo que o rapaz prestou o exame da Ordem dos Advogados do Brasil, mas levou bomba na segunda fase. Isso foi em 2010. Diligente, entrou com recurso e acabou aprovado no ano seguinte. Em 2014, deu início a uma pós-graduação lato sensu que ele chama de “mestrado”, na Universidade de Georgetown, em Washington – entidade que já deu abrigo a intelectuais e jurisconsultos como o ator Bradley Cooper e a socialite Ivanka Trump, filha de Donald, o dos prédios. Na documentação que enviou aos pares de Eunício, incluindo o currículo de duas páginas, Junior coloca como experiência no setor de aviação uma matéria que cursou em Georgetown, Cross-Border Commercial Regulation: Aviation and Maritime Law, e o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) da graduação na UniCEUB, no qual analisa critérios legais sobre o sistema de concessão para o transporte aéreo.

    Na papelada em posse dos senadores, Junior contou um pouco sobre sua experiência profissional. Discorreu sobre a vida de estagiário e, se antecipando a algum malcontente que insistisse na tese de que lhe falta experiência no ramo, enfatizou o trabalho no Juizado Especial do Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, onde mediou barracos entre passageiros e companhias aéreas.

    “O Brasil tem como característica essa interferência política. Mas não se chegava a esse ponto de esculhambação. Isso foi a gota d’água”, analisou Humberto Branco, vice-presidente da Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves e integrante do Conselho Consultivo da Anac. A lei que criou a agência diz que para ocupar uma diretoria o indicado deve possuir “elevado conceito no campo de especialidade”. Para especialistas no setor, esse, definitivamente, não é o caso de Junior, embora ele não tenha faltado a nenhuma aula da matéria Cross-Border Commercial Regulation.

    Diante da repercussão que sua nomeação teve, o genro de Eunício saiu do radar. Cessou os posts no Facebook e submeteu seu blog Hangar20 à violência do que só pode ser qualificado de auto de fé eletrônico – hoje o que resta do opus é um post de 2011. Na conta do Twitter, porém, ainda é possível esquadrinhar seu interesse não só por aviões, mas também pelo que dizem os próceres da oposição ao governo do qual pretende fazer parte: os únicos políticos que segue são os tucanos Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra, além do sogro.

    A Anac não vive sua melhor fase e acabou por se tornar um exemplo da letargia do governo Dilma. Desde 2012, a agência já perdeu três dos seus cinco diretores. O primeiro deles, Rubens Vieira, saiu algemado pela Polícia Federal, depois de ter caído nas malhas da Operação Porto Seguro, que investigava um esquema de tráfico de influência. Assim como Junior, Vieira também tinha um padrinho poderoso. No caso, madrinha: Rosemary Noronha, amiga íntima de Lula. Além de emplacar Vieira na Anac, Rosemary conseguiu uma diretoria na ANA (Agência Nacional de Águas) para o irmão dele.

    Em agosto de 2014 venceu o mandato de outro diretor. Dilma, porém, continuou a dar de ombros para a situação. Até que em março deste ano o negócio ficou crítico. O mandato de um terceiro diretor expirou, e a Anac esvaziou-se. Passou a contar com apenas duas das cinco diretorias. O problema é que, pelas regras da agência, as medidas de maior relevância devem ser chanceladas por ao menos três dos cinco diretores. O diretor-presidente, Marcelo Guaranys, servidor do Tesouro Nacional, pode até tomar decisões, mas terá que, mais cedo ou mais tarde, submetê-las ao colegiado, a quem compete ratificá-las ou anulá-las. A insegurança dessa situação é enorme, o que faz com que a agência evite, por enquanto, encarar questões mais cabeludas. Melhor homologar aeródromos pelo Brasil afora. 

    Desde que começou a funcionar, em 2006, em substituição ao antigo DAC (Departamento de Aviação Civil), a Anac viveu dias, se não de glória, ao menos de fama. Houve uma época em que fotos de sua diretoria rendiam primeira página de jornal. Em 2007, por exemplo, Denise Abreu, diretora indicada por José Dirceu, apareceu fumando um charuto na festa de casamento da filha de Leur Lomanto, diretor indicado, já naquela ocasião, pelo PMDB. As baforadas ocorriam durante o caos aéreo pelo país. Quatro meses depois, um Airbus da TAM explodiu num prédio ao lado do Aeroporto de Congonhas, matando 199 pessoas.

    Como diretora da Anac, Denise foi acusada pelo Ministério Público de imprudência no acidente, sendo mais tarde inocentada pela Justiça Federal. Na época, diante da comoção que o acidente causou, o Senado prometeu mais dureza nas sabatinas dos indicados para a agência. Em 2010, três anos depois da promessa, Rubens Vieira, amigo da amiga de Lula, teve o nome aprovado sem grande dificuldade, após articulação favorável de Fernando Collor (PTB-AL), à época amigo do amigo da amiga de Vieira e presidente da Comissão de Infraestrutura.

    No momento em que o PMDB se conflagra contra o Planalto, Dilma resolveu abrir a temporada de nomeações do segundo escalão. O aliado ficou ouriçado. Afinal, não é todo dia que Dilma libera três vagas numa agência reguladora. Além do genro de Eunício, o partido fez outra indicação: o policial federal José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz. Os implicantes podem alegar que Queiroz não é um expert em aviação civil. Por dois anos, porém, foi um dos nove membros suplentes da delegação brasileira na Oaci (Organização de Aviação Civil Internacional), em Montreal, no Canadá – a delegação dos Estados Unidos tem três pessoas, e a da Alemanha, duas, comedimento talvez justificado pelo estado incipiente da aviação civil naqueles países.

    Botelho de Queiroz foi indicado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que não se sentiu obrigado a revelar os predicados que habilitariam o candidato a ocupar o cargo.

    A indicação de Ricardo Fenelon das Neves Junior permite agora à Anac reviver seus dias de fama. A decisão, porém, está com o Senado, que pode aprovar ou não a nomeação de Junior, em votação secreta prevista para ocorrer ainda em agosto. No mês passado, Eunício tentou uma manobra na Comissão de Infraestrutura para antecipar a sabatina do genro. Queria liquidar a fatura antes do recesso. Não conseguiu.

    Enquanto isso, nas férias de julho, Junior ensaiou sua participação na sabatina, na qual repetirá o que informou na documentação enviada ao Senado: “Julgo-me, modestamente, com experiência profissional, formação técnica adequada e afinidade intelectual e moral para ocupar o cargo.” Enquanto a filosofia se debruça sobre o tópico até hoje menosprezado de como os afetos morais se relacionam a um Boeing 737, resta lembrar a Junior que talvez ele tenha se esquecido de mencionar a afinidade mais importante. A parental. 

    Artigo extraído da Revista Piauí - Edição 107 - Agosto de 2015




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 11h43
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    Unimed Paulistana terá de transferir beneficiários - Medida foi determinada pela ANS após constatar problemas financeiros e administrativos na operadora

                          

     Unimed Paulistana terá de transferir 774 mil beneficiários


    Publicada nesta quarta-feira, 02 /07/15, no Diário Oficial da União, a resolução define prazo de 30 dias para migração. Medida foi determinada pela ANS (Agência Nacional de Saúde) após constatar problemas financeiros e administrativos na operadora
     
    ANS manda Unimed Paulistana transferir clientes para outras operadoras
     
    A Unimed Paulistana terá de transferir seus 744 mil beneficiários para outros planos de saúde por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Publicada nesta quarta-feira, 2, no Diário Oficial da União, a resolução define prazo de 30 dias para migração.

    De acordo com a agência, a determinação teve como motivação problemas econômico-financeiros, além de "anormalidades assistenciais e administrativas graves". A ANS afirmou que desde 2009 acompanha a situação da operadora por meio de monitoramento feito por agentes nomeados pela agência.

    A Unimed Paulistana terá, segundo a ANS, de garantir a assistência a todos os beneficiários até a completa transição para outra operadora de saúde.
    Se a transferência não ocorrer dentro do prazo estabelecido, a agência realizará uma oferta pública para que empresas apresentem propostas de contrato para os clientes da Unimed Paulistana. "A (operadora) interessada deverá possuir situação econômico-financeira adequada e manter as condições dos contratos sem prejuízos aos consumidores."

    A supervisora institucional da associação de consumidores Proteste, Sonia Amaro, diz que, com a mudança, a rede credenciada tem de ser mantida e o novo plano não pode ter carência. "O beneficiário não deve interromper os pagamentos para assegurar seus direitos. Ele não vai ter de cumprir nenhuma carência com a nova operadora, a não ser se ainda estiver nessa fase, que vai terminar com a outra empresa. As condições de plano têm de ser mantidas."

    Marcos Patullo, advogado especializado em Direito à Saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, recomenda que os beneficiários não usem o momento para tentar fazer mudanças nos planos adquiridos, como ir para uma categoria com mais benefícios. "Nos próximos 30 dias, a melhor coisa é esperar para ver o que vai acontecer. Se encontrar alguma dificuldade, a pessoa pode buscar o Judiciário", orienta.
     
    *
     
    O que fazer com a mudança (6 perguntas e respostas importantes)
     
    1- Na troca de operadora, o mesmo preço e a rede credenciada serão mantidos para os beneficiários?
     
    No processo de alienação compulsória de carteira, a operadora que receber os beneficiários deve manter os contratos, levando em consideração a segmentação assistencial, o tipo de contratação e os valores de mensalidades. No caso da rede de atendimento, os beneficiários terão acesso aos serviços da sua nova operadora.
     
    *
     
    2- O beneficiário poderá escolher a operadora de saúde para qual será transferido?
     
    Não. Nesse processo, a operadora para qual a carteira será transferida absorverá a totalidade dos beneficiários da Unimed Paulistana.
     
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    3- O beneficiário terá direito a fazer "upgrade" ou "downgrade" no momento da troca?
     
    Não, pois a nova operadora não vai poder trocar o contrato dos beneficiários no momento da transição.
     
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    4- Caso o paciente esteja fazendo um tratamento de saúde ou tenha cirurgia marcada, o procedimento será mantido no novo plano?
     
    Sim, uma vez que as coberturas devem ser garantidas de acordo com o contrato.
     
    *
     
    5- Após a mudança, haverá carência na nova operadora?
     
    Não. No processo de alienação compulsória, a operadora que absorve a carteira não poderá impor nova carência ao beneficiário.
     
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    6- Devo processar a Unimed Paulistana por causa da mudança?
     
    Segundo Marcos Patullo, advogado especializado em Direito à Saúde, o processo cabe apenas em caso de dificuldade para receber o atendimento médico durante a transição.
     
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    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
     
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    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 09h31
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    Opinião de Dora Kramer

    Falta fio terra - Dora Kramer

     
     
    Na campanha pela reeleição a presidente Dilma Rousseff dizia-se “estarrecida” diante de qualquer fato ou ato para o qual não tivesse resposta. Na entrevista dada na segunda-feira aos jornais de circulação nacional, Dilma trocou o estarrecimento pelo susto para se justificar sem, no entanto, se explicar.
    Disse que foi surpreendida tanto pelo tamanho da crise econômica quanto pela dimensão do esquema de corrupção na Petrobrás e, assim, considerou-se em dia com explicações devidas sobre fatos ocorridos e atos cometidos em seu governo.
    Muito mais que pedidos de desculpas – penitência objetivamente inútil, pois o caso não é de absolvição de pecados, mas de correção efetiva – a presidente continua devendo ao País esclarecimentos consistentes para a origem, e soluções realistas para a saída da crise.
    Até agora não fez uma coisa nem outra e as respostas dadas aos jornalistas indicam que não o fará enquanto a corda, embora bamba, ainda se sustenta. À crise econômica, Dilma segue atribuindo os motivos a fatores externos e imprevisíveis, assim como reconhece que continua sem horizonte de previsibilidade. 
    Em bom português, isso significa que o governo não tem planejamento. Atua ao sabor dos ventos, adota o voluntarismo como critério para tomada de decisões e age quando já é tarde. Foi o que disse a chefe da Nação que preferiu adotar a pregação do otimismo à deriva quando ouvia de todos os lados alertas sobre a gravidade da situação do País, moral, política, econômica e administrativamente falando.
    Os realistas, a cuja análise do cenário o Planalto foi obrigado a se render, eram, na concepção palaciana, pessimistas a serviço da tese do “quanto pior, melhor”. Mesmo quando integrantes do governo. Em 2013, o então presidente da Câmara de Políticas de Gestão ligada à Presidência, Jorge Gerdau, alertou para a impossibilidade de o País ser administrado numa estrutura assentada em 39 ministérios.
    “Quando a burrice, a loucura ou a irresponsabilidade vão muito longe, de repente sai um saneamento. Provavelmente estamos no limite desse período.” Vaticínio certeiro. Desprezado, contudo. Gerdau não foi ouvido. Deixou a função na Câmara de Gestão – da qual, aliás, não se viu a produção de um alfinete – e tornou-se um adepto da candidatura presidencial de oposição em 2014. 
    Agora, dois anos depois, premida pelas circunstâncias, a presidente anuncia a redução do número de ministérios. Não diz, no entanto, como será feita a dita “reforma administrativa”, não explicita quais serão as pastas atingidas e, sobretudo, não explica as razões pelas quais o governo Lula criou oito ministérios ao tomar posse em 2003, acrescidas de outras cinco na gestão atual.
    A motivação, sabemos: necessidade de acomodar afilhados (petistas ou não) na máquina pública, uma vez que a opção do governo foi atuar a partir do manejo orçamentário no lugar do convencimento programático. 
    O caminho supostamente mais fácil acabou se revelando mais “custoso”. Custou a autoridade moral do PT e levou junto a boa imagem do partido junto à sociedade. Quando o governo se dispõe a reduzir ministérios e a quantidade de gente nomeada em cargos de comissão, emerge como inevitável a dúvida: o que vai prevalecer, o conceito político ou os ditames administrativos de eficiência?
    A presidente não disse. Mais uma vez infringindo a regra política da eficácia, segundo a qual a decisão só é anunciada depois de a combinação acertada. A inversão da norma – anunciar e combinar depois – pode criar mais problemas e atritos em campo onde se pretendiam construir consensos e soluções. Em resumo, falta ao governo fio terra.


    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 09h16
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    Deu no The i-piauí Herald

    Aécio estuda assumir a China
     The i-piauí Herald - noticioso sem compromisso com a verdade
     
    Aecio Neves Protestando

    Aécio se colocou à frente de tanques do exército comunista

    AEROPORTO DE XANGAI – Estupefato com os efeitos negativos da revolução cultural maoísta-bolivariana que há décadas degrada a China, Aécio Neves convocou a população para ir às ruas. “Chega de mentiras! A população não aguenta mais esse estelionato ditatorial. Chega de resultados negativos na Bolsa!”, discursou, em mandarim, na Praça da Paz Celestial. “O Brasil aprendeu com a Petrobras que o capitalismo não pode coexistir com o comunismo”, completou, pouco antes de alterar seu nome para Aécio Miao Miao.

    Aécio apresentou um ideograma chinês como estrela-guia de seu plano econômico. “O símbolo 危機 significa ‘crise’, mas também pode designar ‘oportunidade’, ‘liberalismo’ ou ‘recorram à ajuda oriunda de Minas Gerais'”, discursou o Grande Irmão. “Para criar uma imagem impactante da implementação de nosso pacote liberal, pretendemos derrubar a Muralha da China. Mas é claro que vamos consultar os juristas do PSDB para saber se a implosão é possível”, ressalvou, altivo. Em seguida, estudou a viabilidade de alterar a capital para a província praieira de Hainan, que tem a vantagem da já possuir um aeroporto.

    O PSDB mostrou um planejamento para que Aécio possa assumir as rédeas do Brasil, da China e da Grécia sem perder as sextas-feiras livres no Leblon. “O Senador gosta de delegar. Por isso, enviará Serra para ser seu representante na China e Alckmin para a Grécia. Comandará tudo por Skype. Isso é que é gestão inovadora”, explicou Aloysio Nunes.


     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 17h36
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    Resenha em charges

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    Clayton

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    Sid

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    M. Aurélio

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    Sponholz

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    Paixão

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    Paixão

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    Duke

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    Alpino

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    Amarildo

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    Cau Gomes

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    San Salvador


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    Newton Silva

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    O mundo encantado de Dilmalice

    Mundo Encantando de Dilma



    ao

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    Só fachada

    Minha Casa Minha Vida


    Sponholz

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    Nani

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    Chico Caruso

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    AUTO_nicolielo
    Nicolielo

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    genildo
    Genildo

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    boopo melting dilma copia
    Boopo

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    Print
    Oliveira

    -

    AUTO_fernandes
    Fernandes

    -

    Foto de Sérgio Vitória.



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 17h24
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    Lava Jato vê ‘pagamentos sem causa’ a Gleisi

    Na CPI da Petrobras, Youssef e Paulo Roberto Costa confirmam repasse à Gleisi 

    Juiz Sérgio Moro envia para STF documentos apreendidos na Pixuleco II que indicam repasses suspeitos para senadora do PT e ex-Chefe da Casa Civil no primeiro mandato do governo de Dilma; marido de Gleisi, Paulo Bernardo, ex-ministro de DIlma e Lula, é citado na investigação

    terça-feira, 25 de agosto de 2015 - com informações da Agência Estadão 

    Moro diz que há indícios de que Gleisi recebeu verba de 'natureza criminosa'
     

     

    Informa o G1, que hoje (25) na CPI da Petrobras, durante acareação entre Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, o ex-diretor da Petrobras confirmou que houve repasse de dinheiro ilícito à campanha da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O doleiro Youssef também confirmou ter feito o repasse.

    O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, enviou nesta terça-feira, 25, ao Supremo Tribunal Federal (STF) documentos que podem indicar repasses ilícitos para a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra do Governo Dilma Rousseff (Casa Civil). Ela teria sido beneficiária de parte de valores que transitaram pelo ‘Fundo Consist’ – empresa envolvida em desvios de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento. O dinheiro teria sido usado paga cobrir também despesas pessoais da senadora. 

    “Havendo indícios de que autoridade com foro privilegiado seria beneficiária de pagamentos sem causa, é o caso de acolher o requerimento da autoridade policial e do Ministério Público Federal e remeter o feito para o Supremo Tribunal Federal”, decidiu Moro.

    Gleisi detém foro privilegiado perante o Supremo e já é alvo de investigação da Procuradoria-Geral da República pelo suposto recebimento de R$ 1 milhão do esquema Lava Jato na campanha de 2010.

    A investigação cita também o ex-ministro Paulo Bernardo (Comunicação e Planejamento nos governos Dilma e Lula), marido de Gleisi, como também beneficiário de valores sob suspeita.




    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 16h42
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    Juiz Sérgio Moro processa dois blogueiros sob a acusação de calúnia e difamação

    Moro pede investigação de blogueiros por calúnia e difamação

    Para o juiz Sérgio Moro, sites noticiam 'inexistente vínculo' dele com a oposição

     juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato

    O juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato, abriu uma representação ao MPF (Ministério Público Federal) do Paraná por crimes contra a honra contra dois blogueiros simpáticos ao PT que publicaram conteúdos sobre a família e a trajetória jurídica do magistrado. As informações são do jornal 'Folha de S. Paulo'

    O juiz afirma que notícias falsas e caluniosas foram publicadas por Fabiano Portilho, do Portal I9, e Miguel Baia Bargas, do blog Limpinho & Cheiroso. Ele afirma que eles são os responsáveis por alguns dos “blogs de atuação duvidosa [em que] têm sido pontualmente veiculadas afirmações falsas, caluniosas, difamatórias e injuriosas do ora requerente [Moro]”. 

    Moro diz acreditar que as liberdades de imprensa e expressão são “fundamentais” ao exercício da democracia, mesmo quando incluem críticas duras e injustas a autoridades públicas. Contudo, aponta que “principalmente em alguns blogs da internet de reputação duvidosa têm sido pontualmente veiculadas informações falsas, caluniosas, difamatórias e injuriosas a respeito do ora Requerente”. O juiz afirma ainda que as notícias falsas podem ser uma ação isolada ou algo maior que visa afetar a condução dos processos judiciais.

    O juiz menciona quatro reportagens como embasamento para a acusação, entre elas uma que afirma que a esposa de Moro foi assessora do vice-governador do Paraná, ligado ao PSDB. Outro texto diz que o proprietário de um escritório em que Moro trabalhou como advogado (antes de ser juiz) estaria ligado ao desvio do dinheiro da Prefeitura de Maringá (PR).

    Moro diz que, “embora tenha tolerado por algum tempo essas notícias infamantes, a reiteração e a estratégia de baixo calão moral de atacar sucessivamente pessoas ligadas” a ele o forçou a recorrer ao MPF.

    Por ter sido alvo desses crimes contra a honra por sua atuação na Operação Lava Jato, o magistrado pede ao MPF que tome as providências necessárias para processar criminalmente Portilho e Bargas. Mas ele afirma que não deseja “qualquer providência de censura ou interdição das matérias”. 

    Reação

    Baia, do blog “Limpinho&Cheiroso”, escreveu sobre a representação e disse que nunca teve intenção de difamar o juiz, afirmando que seu blog apenas reproduz conteúdo de outros veículos. Portilho, por sua vez, não escreveu sobre o assunto em seu site, mas afirmou em uma rede social: “diziam que não era um petista fiel e que não vestia a camisa. Olha a paga”. 

      

     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 13h01
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    Crônica de Arnaldo Jabor

    Eu - Arnaldo Jabor



    Ando de saco cheio da Razão. E a Razão provavelmente cheia de mim, pois tento acioná-la para entender um mundo incompreensível. Qual é essa de um sujeito, no caso eu, ficar dizendo o que acha certo ou errado na paisagem? O cronista, ou colunista, ou comentarista, se empoleira num pódio de opiniões e fica deitando regras.

    Afinal de contas, quem sou eu? Fico escrevendo nos jornais, tentando ser relevante, tentando salvar alguma coisa que nem sei o que é?

    Mas, no duro, quem é esse cara chamado “eu”? A palavra já me inquieta. O que é o “eu”? O que é essa vozinha que soa de dentro de um organismo para entender o mundo? Quem são esses corpos falantes e opinativos que o tempo atual está transformando em inúteis? Quem fala debaixo dessas duas letrinhas: o Eu? O eu está sem orgulho, sentindo-se inútil. Refletir, para quê? Sem esperança não há filosofia. O único consolo que resta ao “eu” é a acumulação de charmes e ilusões. Seria o eu burguês, ou eu Miami. Ou, então, o “eu” como uma espécie de prêmio para quem furar o muro do anonimato. Quando aparecer na “Caras”, o “eu” passa a existir. Cada vez mais uma solitária defesa narcísica e, ao mesmo tempo, cada vez menos relevante em meio a massa infinita de “eus”.

    O Oriente islâmico já resolveu esse dilema acabando com a ideia absurda de haver “eus”. Eles vivem em uma era pré-psíquica, aquém do eu. Justo ao contrário, querem ser formigas sem diferenças, todas unidas sem medo da morte, sem nada a preservar para si. A absoluta falta de um “eu” explica o homem-bomba, o sujeito que se detona para defender a cabeça coletiva sem pensamentos, sob um céu que lhes premia pelo martírio e pela submissão. Aliás, islã quer dizer “submissão”.

    Ali, não há “eus” – só ninguém. Se matam há mais de 1.400 anos para ver quem é mais submisso a Alá. Nada mais delicioso do que a obediência cega. Não há outro; só um grande Eu, em que se agarram bilhões de seres sem desejo ou projeto. Seu único projeto é não serem indivíduos. Querem ser um só, sem nenhum desejo de produzir progresso ou futuro. Tudo que fazemos aqui tem o alvo da finalidade, do progresso. O islã não quer isso. Quer o imóvel, a verdade incontestável. Os fanáticos do islã não querem construir nada. Já chegaram lá. Não há futuro para eles. Já vivem na eternidade.

    Aqui, no círculo dos privilegiados, também oscilamos entre a fome de ser especiais e o desejo de ser uma formiga perdida e conduzida por um comandante qualquer. Essa é a base do populismo, hoje em alta.

    E, no meio, entre o indivíduo e a massa, respira a liberdade como um bicho sem dono – a liberdade, esta coisa que nos provoca tanta angústia. Que liberdade? Para sermos o quê? Que liberdade é essa se a marcha da vida é conduzida pelas “coisas”, pelas leis econômicas e técnicas que estimulam e massacram nossa ilusão de sermos únicos. O homem-bomba matou o Eu. O homens-bomba acabaram com a ideia de vitória, de solução, de esperança. Querem acabar com o indivíduo.

    Agora, de uma forma repugnante, a verdade do mundo atual apareceu. Estão irrompendo todas as misérias do planeta, na África, no Oriente Médio, nas periferias da desgraça das cidades, longe do circuito dos países bacanas. Agora a sujeira está voltando em nossas caras, acabando com a sensação de que fomos salvos, excluídos da exclusão.

    A grande descoberta dos terroristas do Estado Islâmico foi a mídia. Estão testando nossos sentimentos – nós, que nos pensamos civilizados.

    Eles tiveram uma ideia sinistramente genial: em vez de matarem 5.000 desconhecidos em Nova York, eles escolheram o indivíduo, “eu”, o morto antes de morrer, o solitário no vídeo para a degola ou o fogo. Eles atacam nosso individualismo, pois todo mundo se identifica com o pobre-diabo diante da morte. Hiroshima nos leva a dizer: “que horror!” – e dormimos em paz. Essas cenas do EI nos fazem pensar: “Já imaginou eu nessa situação?”. Só choramos por nós mesmos.

    Agora os terroristas não são mais reativos; são inventivos. Não são mais “consequência” de nada; são a vanguarda de uma nova forma de morte, são a invenção da estupidez fanática da “sharia”, de séculos de ignorância e atraso. Osama (esse filho de família milionária, o único eu daquele momento) em minutos mudou nosso futuro e nossa história, que os liberais babacas achavam que tinha chegado a um fim. Como falar em democracia com muçulmanos analfabetos, que desde o século VIII batem a cabeça nas pedras para extirpar qualquer resquício de liberdade, repetindo mantras do Alcorão, enquanto, do outro lado, os monstros-caretas republicanos repetem mantras da bíblia fundamentalista? O mundo atual é comandado pela estupidez, pela desinformação, mesmo informadíssimo pela internet.

    Por essas e outras, o eu está cada vez mais ridículo. O “eu” virou um privilégio para poucos.
    Está difícil entender os recentes acontecimentos à luz de nosso antigo humanismo, que não esclarece mais nada e nos leva a um beco sem saída. Enquanto as formigas agem, os indivíduos choram passivos.

    O pensamento humanista está lamentoso, tristinho, queixoso de tanto absurdo, tanto na guerra internacional como no tráfico, por exemplo. Estamos desiludidos de uma grande ilusão. De que adiantam o lamento, o escândalo? Como falar em compaixão ou afeto a propósito de um menino de 13 anos que decepa a cabeça de um colega com um machado? Ou dos decapitados em fila?


    O “eu” dos intelectuais está sendo humilhado. Há um grande desânimo de pensar, de escrever, de análises sobre algo morto.

    Não queríamos ver nossa miséria, que hoje apareceu armada. E agora é tarde demais. Acabou o sonho de um futuro harmônico, seja socialista ou liberal. E eu, afinal de contas, de onde escrevo isso? Para quê? Quem me lê e quem vai mudar? Como? Ninguém sabe. O século XXI vai ser uma bosta mesmo.

    Por isso, só me resta a letra de Cole Porter: “O que devo tomar? Champanhe ou cianureto?”.


     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 09h22
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    13o salário minguado dos aposentados finalmente foi decidido ser pago em 2 parcelas a partir do dia 24 de setembro

    A primeira metade do 13o. salário dos aposentados será paga a partir de 24 de setembro, os outros 50% em fim de novembro 



    O governo decidiu pagar o adiantamento de metade do 13º dos aposentados e pensionistas da Previdência junto com os benefícios de setembro —creditados na conta bancária a partir do dia 24 do próximo mês.

    A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (24) e anunciada pelo Palácio do Planalto.

    Há nove anos, o adiantamento de metade do benefício é pago entre o final de agosto e início de setembro. Neste ano, alegando falta de recursos em caixa, o Ministério da Fazenda não garantiu o acerto na data prevista. 

    ORIGEM

    O pagamento antecipado de metade do 13º começou em 2006, após acordo firmado entre governo e entidades representativas de aposentados e pensionistas.

    De acordo com a Previdência, esse acordo tinha validade só até 2010. Mas o Planalto optou por continuar antecipando os recursos, como uma forma de ajudar a manter a economia aquecida.

    Apesar dos problemas para pagar a antecipação dos aposentados do INSS, o governo garantiu o pagamento em dia do mesmo benefício para os seus servidores, incluindo os aposentados.

    Em junho, a União teve uma despesa de R$ 5,7 bilhões com o adiantamento de metade do 13º dos funcionários públicos civis e militares. O próprio ministro Levy e a presidente Dilma receberam a antecipação de R$ 15.467,35. 


     



    Escrito por Edson Antonio F. Matosinho às 09h11
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